Ricos do agro buscam Camboriú para investimento em imóveis
Belas praias e muita segurança estão transformando Camboriú em um dos metros quadrados mais caros do Brasil. Confira com Valdir Barbosa.

Balneário de Camboriú, um dos metros quadrados mais valorizados no Brasil, tem sido alvo preferido de muita gente da grana do agronegócio.
Também não era para ser diferente, porque foram exatamente os agricultores do sul que resolveram apostar principalmente na região centro-oeste brasileira.
Gauchos, paranaenses e também catarinenses subiram para Mato Grosso e Goiás acreditando no projeto Polo Centro lançado pelo ex-ministro Alysson Paolinelli que criou também a Embrapa Cerrado.
Além de Camboriú, os investidores do agro compram imoveis também em Itapema e Itajaí. Atualmente 30% dos imoveis dessa região litorânea de Santa Catarina são vendidos aos “senhores”do agro, que buscam segurança e conforto e lá é o lugar ideal para isso.
As construtoras e incorporadores já criaram linhas de financiamento alinhadas as condições dos agricultores, obedecendo os períodos de colheita quando o pessoal do agro fica com o bolso reforçado.
Se o Brasil já é um país livre da febre aftosa, faltando apenas o selo oficial da Organização Mundial de Saude Animal, a União Europeia vive uma situação de de alerta com essa doença.
No início do ano foi detectado um caso de febre aftosa na Alemanha, depois na Hungria e surge um surto preocupante na Eslováquia on de cerca de 7 mil cabeças de gado ja foram abatidas.
Várias medidas vem sendo tomadas para que a doença não avance para outros países. Na Eslováquia, que além do gado de corte e grande produtora de leite já foram estabelecidos inúmeros protocolos para conter a doença.
Só que na Europa a realidade para o produtor rural é outra. Os proprietários dessas 7 mil cabeças que foram mortas, serão indenizados pela União Europeia. É um seguro rural automático.
Ouça a coluna de Valdir Barbosa:
Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.



