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Preço do ovo entra em queda após Semana Santa

O boi também está perdendo força no mercado, mas os preços mais baratos ainda demoram chegar para o consumidor. Confira com Valdir Barbosa

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Divulgação

Durante a quaresma e principalmente na Semana Santa, boa parte dos cristãos restrige o consumo da carne vermelha e o ovo aparece como proteína substituta.

É bem verdade que os preços do ovo dispararam a partir de fevereiro, tiveram uma leve queda em março e não houve alteração durante a Semana Santa.

Interessante é que dias atrás, a caixa de 30 dúzias de ovos brancos grandes começou a subir de 203 para 204 reais, depois para 206 e na segunda-feira foi para 207.

Agora veio a queda brusca para 187 reais, valor este registrado na primeira quinzena de fevereiro quando iniciou-se a maior inflação da história do ovo.

Ao perceber que o ovo perdeu o freio liderando a inflação dos alimentos, o presidente Lula disse que iria descobrir o “pilantra” que passou a mão no preço do ovo, que continuou subindo e obedecendo o período menos produtivo das galinhas e o maior consumo na Semana Santa. Agora, naturalmente, os preços estão voltando ao normal.

Até o final da semana, a dona de casa vai sentir no bolso mais uma queda do ovo.

Passando para a carne bovina, o mercado indica que não haverá queda de preços para o consumidor em curto prazo.

A arroba do boi vai perdendo força, entretanto o mercado atacadista mantém preços firmes que impedem baixar um pouquinho a inflação da carne para o consumidor.

Com as chuvas indo embora e o frio chegando, os pastos perdem qualidade e o produtor vai vender gado mais barato e os preços baixam, mas não esperem a picanha muito acessível!

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Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.