A não ser arroz e feijão, preços dos alimentos não indicam queda a curto prazo
Cafe e carne bovina nem entram na expectativa de baixarem preços para aliviar a inflação
O ovo disparou em fevereiro, caiu em março, ameaçou uma subida em abril mas está com preços para o consumidor. Confira com Valdir Barbosa.
Amigas e amigos do agro!
Agora, está chegando a nova safra do carioca que traz boa produção e qualidade custando acima de 10 reais o quilo. Só que havendo muita oferta o preço vai cair., para a felicidade geral da nação.
O arroz praticamente atingiu o ponto máximo de queda e os agricultores alegando que o valor da saca abaixo de 80 reais não se paga o custo da produção.
O preço no mercado interno está 15 reais menos que o valor pago na exportação e muitos produtores estão estocando arroz esperando uma alta no mercado arrozeiro.
O ovo, que disparou em fevereiro e começou a cair em março, ameaçou nova subida na ultima semana e não deve mexer no bolso do consumidor, a não ser uma nova queda após a Semana Santa.
O tomate que alcançou preços elevados fica no vaivém, a queda está prevista para o final de maio coincidindo com o fim do inverno. Como não há previsão de geadas nas regiões produtoras a próxima safra promete!
O boi gordo continua com preços firmes e pequenas altas previstas até o final do ano.
O café subindo de novo lá fora por causa das poucas chuvas nas regiões cafeeiras. Menos café produzido, maiores preços!
Ouça a coluna de Valdir Barbosa:
Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.



