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Tarifaço de Trump: Pacheco afirma que Brasil não deve ser subserviente e sugere programa de estado para preservar empresas de MG

Segundo o senador, a saída deve ser pelo caminho do diálogo e da diplomacia.

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O ex-presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) • Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O senador Rodrigo Pacheco sugeriu, nesta quinta-feira (10), um programa de estado para preservar as empresas mineiras do tarifaço de Donald Trump. O presidente americano anunciou, nesta quarta-feira (9) que vai taxar em 50% todos o produtos brasileiros.

“O momento requer de todos nós a defesa firme da economia nacional e, no caso específico de Minas Gerais, dos setores atingidos, a partir do diálogo, da diplomacia e até de um programa de estado que possa preservar os interesses das nossas empresas e dos nossos trabalhadores. Esse é o único caminho", disse.

Ao contrário de seus adversários políticos em Minas, como o governador Romeu Zema (Novo), o senador Cleitinho (Republicanos) e o deputado federal, Nikolas Ferreira (PL), Pacheco não responsabilizou a política internacional adotada por Lula.

O senador afirmou que o Brasil deve defender a soberania nacional. "Não podemos nos calar e nem aceitar subserviência diante de medidas intimidatórias que colocam em risco a soberania e os empregos dos brasileiros”, concluiu.

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Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.

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