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Sinfazfisco contesta justificativa de Simões sobre MG ter pior situação fiscal do Brasil

De acordo com a entidade, IPVA e ICMS não têm impacto nas contas do início do ano

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Sede do governo de Minas Gerais, a Cidade Administrativa • Gil Leonardi | Secom MG.

O diretor de Relações Intersindicais e Parlamentares do Sindicato dos Gestores e Auditores Fiscais do Estado de Minas Gerais (Sinfazfisco), Hugo René de Souza, contestou a justificativa do vice-governador Mateus Simões (PSD) para o relatório da Secretaria de Estado de Fazenda que aponta que Minas Gerais começou o ano de 2026 com déficit de R$ 11 bilhões e a pior situação fiscal do Brasil.

Ainda segundo Simões, o ICMS não está evoluindo como esperado. De acordo com o vice-governador, os números atuais estão quase 2% abaixo do previsto. Já, segundo o Sinfazfisco, os dados do Imposto sobre Circulação de Mercadorias mostram o contrário. “Em relação ao ICMS, houve aumento na arrecadação geral do Estado, que passou de R$ 103,3 bilhões para R$ 111,2 bilhões, ou seja, um crescimento nominal de R$ 7,875 bilhões em relação a 2024”, afirma.

“Se considerarmos exclusivamente o ICMS, também houve aumento na arrecadação, que passou de R$ 80,5 bilhões para R$ 86,6 bilhões, mais de R$ 6 bilhões de crescimento, com variação positiva de 7,52%”, complementa.

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Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.

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