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Prefeitos mineiros vão ao STF discutir ICMS da Educação

BH, Contagem, Uberlândia e Juiz de Fora estarão na reunião com a ministra Carmém Lúcia. O presidente da Granbel também participa.

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Projeto foi enviado por Luís Roberto Barroso, presidente do STF (prédio em primeiro plano), ao Congresso (em segundo plano) • Marcos Oliveira/Agência Senado

Prefeitos de cidades mineiras serão recebidos, nesta quarta-feira (19), pela ministra do Supremo Tribunal Federal, Carmém Lúcia. Para discutir a metodologia do ICMS da Educação em Minas.

Participam os prefeitos de Belo Horizonte, Alvaro Damião (União Brasil), de Contagem, Marília Campos (PT), de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT) e Uberlândia, Paulo Sérgio (PP). O presidente da Granbel, prefeito de Nova Lima, João Marcelo (Cidadania) também estará no encontro.

O STF analisa uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) relacionada ao ICMS da Educação. Os municípios alegam perdas desde 2024, quando entrou em vigor a nova legislação. Segundo eles, a lei praticamente desconsiderou o número de alunos em cada rede municipal de ensino para fazer a partilha dos recursos baseada em índices de desempenho de estudantes, o que gerou uma distorção principalmentepara as cidades mais populosas.

Em Contagem, por exemplo, as perdas superaram R$ 71 milhões em um ano, sendo o segundo município mais prejudicado em Minas. BH perdeu R$ 142 milhões.

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Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.

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