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6x1: Câmara marca votação remota para minimizar pressão

Prefeitos elevam críticas e citam rombo de R$ 46 bi

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O plenário da Câmara dos Deputados durante sessão deliberativa nesta terça • Mário Agra/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), autorizou votação remota nesta semana. Um dos objetivos foi minimizar a pressão de prefeitos contra os parlamentares, pedindo que votem contra a PEC do fim da escala 6x1.

A Marcha dos Prefeitos, realizada entre segunda-feira (18) e quarta-feira (20), teve como uma das principais bandeiras a crítica à PEC. Segundo os chefes dos Executivos municipais, o rombo pode chegar a R$ 46 bilhões, já que a nova escala pode exigir mais 700 mil contratações.

Prefeitos preveem aumento de impostos, como o IPTU, para compensar o rombo. O autor da PEC, deputado Reginaldo Lopes (PT), afirma que as prefeituras terão 12 meses para ajustar os contratos e que ele mesmo apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/19, que prevê mais 1% de repasse para os municípios. Segundo ele, no geral, “o impacto é muito pequeno”. Os prefeitos discordam.

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Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.

 

 

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