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OAB na Praça é para todos

Evento realizado no centro de Belo Horizonte é mais uma oportunidade de advogados da  OAB-MG prestarem atendimento gratuito em diversas áreas do Direito à população mineira

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Em sua sexta edição, o programa OAB na Praça faz parte do calendário da OAB Minas durante o Mês da Advocacia • (Foto: Gustavo Filho)

O OAB na Praça, projeto realizado pela OAB-MG (Ordem dos  Advogados do Brasil - Seccional  Minas) há seis anos, levou mais uma vez orientação jurídica  gratuita para a população na  Praça Sete, no centro de Belo Horizonte, nesta semana. O programa faz parte do Mês da Advocacia, comemorado em agosto.

Na ocasião, advogados tiram  dúvidas sobre direito de família e sucessões, direito previdenciário, direito civil, direito penal, direito do consumidor, direito  trabalhista, igualdade racial e  defesa da mulher - violência doméstica e violência contra a  mulher, entre outros. 

O presidente da OAB-MG, Sérgio Leonardo, destacou que no  Mês da Advocacia quem ganha  o presente é a cidadania.

“Esta edição do OAB na Praça é mais uma oportunidade em que  conselheiros da OAB e membros das nossas comissões prestam  orientação jurídica gratuita à  população para devolver à sociedade esta oportunidade ímpar  de sermos a voz da cidadania. Com este projeto reafirmamos o compromisso constitucional da Ordem em defesa da cidadania e dos direitos humanos, enquanto entidade representativa da sociedade civil”, afirmou.

O microempresário, Weberton  Coradine, de 47 anos, escutou  no rádio que haveria o OAB na Praça e foi lá conferir. “Eu preciso de um auxílio em relação à  cobrança de juros de um inquilino que não me paga o aluguel da residência que ele mora há  alguns meses. Não sei como  calcular os valores e nem como devo proceder para despejar o  morador, caso seja necessário”,  disse.

Outra área com grande procura foi direito previdenciário. A técnica em enfermagem,  Marilene Alves Nunes, de 56  anos, contou que resolveu pedir  auxílio sobre a sua aposentadoria. “Entrei com os papéis para  requerer a minha aposentado- ria junto ao INSS, mas não estou  concordando com o valor. Eu  até fiz a simulação no aplicativo  Meu INSS e sei que essa simu- lação não é fidedigna, mas os  valores estão muito diferentes,  então quero saber se tem como  recorrer”, acrescentou.

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