Dia da Mulher: gestão da iluminação de Belo Horizonte é com elas
Empresa responsável pelo serviço tem profissionais com a árdua missão de garantir que os 182 mil pontos de luz da capital funcionem perfeitamente

Três mulheres possuem a árdua missão árdua de garantir que os 182 mil pontos de iluminação pública de Belo Horizonte funcionem perfeitamente. Uma tarefa complexa que impacta diretamente na segurança e na qualidade de vida da população.
Todos os dias, Elaine Ferreira de Queiroz, Isabella Borges Santos e Patrícia Freire Pinheiro, colaboradoras da BHIP, concessionária do serviço em BH, têm uma rotina literalmente eletrizante. Atuam incessantemente para garantir que a luz chegue a ruas, avenidas e praças da cidade. Trata-se de um atendimento célere dos chamados da população, a fim de prevenir e corrigir falhas.
Há quase oito anos na empresa, Elaine coordena os setores de Projetos e Suprimentos, para garantir que ruas, praças, parques e monumentos ganhem vida com a iluminação adequada. Seu trabalho impacta diretamente a segurança e a qualidade de vida dos belo-horizontinos.
“Cada projeto que entregamos traz mais qualidade de vida para a população. Iluminação é vida noturna”, conta.
Isabella Borges Santos, por sua vez, lidera a Coordenadoria de Operações e Tecnologia, e é responsável pelo sistema de Telegestão da iluminação pública das principais avenidas da cidade. Esse monitoramento remoto permite respostas rápidas a falhas e otimiza a gestão do sistema, para tornar Belo Horizonte uma cidade mais segura e eficiente.
Inspiração
Desde que entrou na BHIP, algo sempre chamou sua atenção. “Ver mulheres na liderança foi uma inspiração. Essa representatividade faz toda a diferença”, diz. Isabella iniciou sua trajetória como assistente e conquistou espaço até chegar à liderança. “Cada conquista foi um marco importante, reforçando minha determinação e paixão pelo que faço”, completa.
Já Patrícia Freire Pinheiro é a Coordenadora de Centro de Controle de Operações e Indicadores. Responsável por gerar e monitorar os indicadores de desempenho do contrato de concessão, além de produzir relatórios de acompanhamento do desempenho da empresa. Ela ainda monitora as reclamações recebidas sobre a qualidade da iluminação pública avaliando e direcionando paras as áreas responsáveis para solução.
Um dos principais desafios que enfrentou foi consolidar a posição de coordenação perante uma equipe quase que 100% masculina. “Vejo que a minha formação acadêmica, por ser uma área predominantemente masculina, ajudou a superar e consolidar meu profissional. Além disto, vejo que o tempo de empresa, comprometimento e flexibilidade auxiliaram nesta trajetória”, revela.
Outra equação que encontrou e encontro diariamente é a compatibilidade entre a vida profissional e maternidade. Uma realidade para a maioria das mulheres que estão no mercado de trabalho.
Todas elas reconhecem os desafios de atuar em um setor tradicionalmente masculino, mas celebram os avanços na valorização da mulher na engenharia e na tecnologia. “A confiança na minha competência foi essencial para meu desenvolvimento profissional”, destaca Elaine. Isabella concorda: “Sempre encontrei um ambiente de respeito e reconhecimento aqui. Meu trabalho falou por si”.
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