Belo Horizonte
Itatiaia

“Deu para bater a laje da minha casa”, diz ambulante sobre as vendas no Carnaval de BH

Vendedora ambulante comenta sobre as vendas no Carnaval de 2025

Por e 
Ambulante mostra bebidas vendidas no Carnaval de BH; isopor tem cerveja, xeque-mate, drinks e refrigerante
Xeque-Mate, sensação do Carnaval belo-horizontino, é vendido por pelo menos R$ 18 • Uarlen Valerio/Itatiaia

Com previsão de movimentar mais de seis milhões de pessoas por Belo Horizonte, o Carnaval de 2025 também pode ser uma grande oportunidade para os vendedores ambulantes. Este é o caso de Márcia, de 37 anos, moradora do bairro Caiçara, na região noroeste de BH e que estava no bloco "Bora Pro Nobis" nesta terça-feira (4).

"Esse ano não tenho nada do que me queixar, foi um ano muito bom. Deu para ter um ganho excelente e acredito que daqui para frente vai ser melhor", contou.

Márcia, que estava com duas caixas grandes repletas de bebidas ainda na manhã desta terça-feira (4), explicou que não tinha medo de não vender tudo. "Estou tranquila, porque é meu último carrinho, eu não tenho mais nem o estoque. Trabalhei em uns 12 bloquinhos e deu para salvar uns meses e juntar o dinheiro para bater a laje da casa", disse à Itatiaia.

Para a vendedora, neste ano a atuação dos ambulantes foi mais organizada por causa da fiscalização e devido à limitação no número de vendedores cadastrados pela prefeitura. " Com a fiscalização constante, então acredito que não tá tendo muito ambulante clandestino também".

Por

Ana Luisa Sales é jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, já passou por empresas como ArcelorMittal e Record TV Minas. Atualmente, escreve para as editorias de cidades, saúde e entretenimento

Por

Mineira de Resende Costa, Campo das Vertentes. Jornalista formada pela UFSJ, já trabalhou na Rádio Emboabas de São João del-Rei. Na Itatiaia, é editora do Jornal Itatiaia Primeira Edição e do Jornal da Tarde. Além de repórter, principalmente em Cidades