Carnaval em BH: ambulantes dizem que vendas de bebidas superaram expectativas: '15h na rua'
Trabalhadores ficam até 15 horas nas ruas de Belo Horizonte e dizem que expectativas foram superadas

Com as ruas de Belo Horizonte tomadas por foliões durante os dias de Carnaval, os ambulantes têm ficado satisfeitos por conseguirem arrecadar quantias com a venda de bebidas. As principais apostas dos vendedores foram os itens como o Xeque-Mate e a Skol Beats, como campeões na preferência popular.
A ambulante Tatiana Ribeiro, de 38 anos, que é moradora do Barreiro, contou à Itatiaia que esta é a primeira vez trabalhando no Carnaval que as vendas superaram as expectativas.
“As vendas superaram as minhas expectativas, eu saí três dias e fui embora com o carrinho vazio ou tive que repor no bloco, valeu muito a pena. Foi mais do que achei que ia receber”, disse ela. Sobre a bebida mais vendida até o momento, Tatiana esclareceu que a “Skol Beats é a bebida mais procurada”.
Segundo ela, são mais de 15 horas trabalhando nas ruas de BH. “No mínimo três blocos por dia, a logista é difícil porque a gente tem que ficar procurando os horários dos blocos. O andar é complicado, por conta do carrinho. É um pouco puxado, mas vale a pena. Acho que são umas 15 horas de trabalho por dia. Hoje saí às 6h30 e geralmente chego em casa 23h30", finalizou ela.

O sentimento é o mesmo para o ambulante Vitor de 24 anos, morador do bairro Santa Tereza, que trabalha há seis anos no Carnaval.
“Esse é o sexto ano nas ruas e foi melhor do que 2024, melhorou bastante, as vendas estão melhores. Tem ponto de apoio também, aí ajuda a gente. Cerveja é o que eu mais vendo, além do xeque-mate", contou ele a reportagem. Vitor disse ainda, que foi em mais de "20 bloquinhos".
Para o Marcos Alvisi, o seu terceiro ano está sendo melhor do que os outros.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.
Mineira de Resende Costa, Campo das Vertentes. Jornalista formada pela UFSJ, já trabalhou na Rádio Emboabas de São João del-Rei. Na Itatiaia, é editora do Jornal Itatiaia Primeira Edição e do Jornal da Tarde. Além de repórter, principalmente em Cidades




