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Carnaval em BH: ambulantes dizem que vendas de bebidas ainda não engrenaram

Na Praça Sete, trabalhadores confiam que procura por itens como as cervejas vai aumentar ainda neste sábado (10)

Por e 
Ambulante vende bebidas no Carnaval de BH
Ambulantes confiam que vendas vão melhorar ao longo dos dias de folia • Talyssa Lima/Itatiaia

Mesmo com as ruas de Belo Horizonte tomadas por foliões neste sábado (10), ambulantes dizem que ainda não conseguiram arrecadar boas quantias com a venda de bebidas. Embora apontem itens como o Xeque-Mate e as latas de cerveja como campeões na preferência popular, os trabalhadores afirmam que esperavam mais vendas na primeira manhã dos quatro dias Carnaval.

A costureira Patrícia Silvânia, por exemplo, diz que não havia vendido sequer R$ 200 até o fim da manhã deste sábado. Ela posicionou sua caixa de isopor na Praça Sete, no Centro, a fim de atrair os foliões do bloco “Quando come, se lambuza”.

“Me aventurei a vender cerveja no carnaval. Porém, tem 22 mil ambulantes. Uns vendem cerveja a R$ 5. O combinado foi R$ 12 ou R$ 15, (com) Xeque-Mate a R$ 20. Ninguém está cumprindo”, protestou.

O sentimento é o mesmo de Neusa Ferreira, que saiu de casa ontem para dar o pontapé inicial na comercialização das bebidas que adquiriu.

“Estou achando lindo, porque amo Carnaval, mas estou vendendo pouco”, lamentou a senhora, de 70 anos.

Tarde é esperança

Daniel Cristiano, de 36 anos, está pela segunda vez como ambulante credenciado para o Carnaval belo-horizontino. O rapaz vende unidades do Xeque-Mate a R$ 12 e aposta, também, no corote — R$ 10 cada um.

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Graduado em Jornalismo, é repórter de Política na Itatiaia. Antes, foi repórter especial do Estado de Minas e participante do podcast de Política do Portal Uai. Tem passagem, também, pelo Superesportes.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.