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Vídeo mostra homem invadindo Fiocruz e fuga de traficantes; funcionários trabalham remotamente

Operação policial no Conjunto de Favelas de Manguinhos, na Zona Norte do Rio, terminou com quatro suspeitos mortos e uma funcionária da fundação atingida por estilhaços.

Por e 
Vídeo mostra homem invadindo Fiocruz e fuga de traficantes; funcionários trabalham remotamente um dia após operação. • Reprodução | Redes Sociais

Funcionários da Fiocruz trabalham de forma remota nesta quinta-feira (9), após a operação policial no Conjunto de Favelas de Manguinhos, na Zona Norte do Rio, que terminou com quatro suspeitos mortos e uma funcionária da fundação atingida por estilhaços. Somente os serviços essenciais ocorrem presencialmente.

A operação Torniquete, que teve o objetivo de combater o roubo de cargas, se estendeu para dentro da Fundação, que fica ao lado de Manguinhos. Isso porque, segundo a polícia civil, o setor de inteligência da corporação identificou, por meio de imagens, a presença de um traficante armado entrando no campus da Fiocruz. O homem, todo de preto, surge atrás de um carro e invade o local.


Durante a entrada da polícia na fundação, houve troca de tiros. Uma das balas acertou a janela da fábrica de vacinas da Fiocruz e os estilhaços acertaram uma funcionária, que precisou receber atendimento médico.

Drones da polícia também registaram imagens de bandidos. Dessa vez, de criminosos entrando num carro usado por uma empresa de vigilância da fundação pra sair do local. A polícia investiga se dois funcionários da Fiocruz auxiliaram na fuga.

Ainda segundo a Fiocruz, durante a troca de tiros entre os policiais que estavam na Fiocruz e criminosos do outro lado da margem do rio, trabalhadores tiveram que ficar agachados ou deitados embaixo de suas mesas. O Museu da Vida Fiocruz, que recebe visitantes de várias escolas, teve que interromper suas atividades. Também houve impacto nos atendimentos realizados pelo Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria que tiveram que ser suspensos. A Fiocruz ainda avalia se houve impactos na produção de vacinas e insumos.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.