A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre confirmou, nesta segunda-feira (16), um novo registro de Mpox na capital gaúcha. De acordo com o boletim da Vigilância Epidemiológica, trata-se de um caso importado, uma vez que o contágio ocorreu fora dos limites do município. O vírus, integrante da mesma família biológica da varíola, já havia sido detectado 11 vezes na cidade ao longo de 2025.
Estratégias de prevenção e monitoramento
Diante da proximidade das festividades carnavalescas, a administração municipal intensificou as diretrizes de segurança sanitária. O Executivo reitera que a propagação do vírus ocorre, primordialmente, por meio do contato direto com erupções cutâneas, secreções respiratórias ou saliva de indivíduos infectados.
As autoridades sanitárias recomendam que os cidadãos examinem a pele antes de participarem de eventos públicos. A orientação é clara:
- Identificação: Observar a presença de pústulas, bolhas ou feridas pelo corpo.
- Procedimento: Caso surjam alterações na pele, deve-se buscar assistência imediata em uma unidade de saúde.
- Distanciamento: Evitar contato íntimo ou exposição física prolongada com pessoas que apresentem lesões suspeitas.
Higiene e Sintomatologia
Além do distanciamento, o protocolo preventivo inclui a higienização frequente das mãos, a restrição ao compartilhamento de itens de uso pessoal e a utilização de máscaras em ambientes de risco.
O quadro clínico da patologia geralmente apresenta uma evolução específica. Os foliões devem estar alertas aos primeiros sinais:
- Febre e cefaleia (dor de cabeça);
- Mialgia (dores musculares) e astenia (fraqueza);
- Linfonodomegalia (surgimento de ínguas);
- Erupções cutâneas características.