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Justiça mantém prisão de motorista de BMW acusado de causar morte após batida em Curitiba

STJ negou pedido para soltar o motorista e também recusou antecipar o julgamento, marcado para 25 de maio; defesa alegava excesso de tempo de prisão

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Justiça mantém prisão de motorista de BMW acusado de causar morte após batida em Curitiba
Justiça mantém prisão de motorista de BMW acusado de causar morte após batida em Curitiba • Foto: Reprodução | TV Globo

A Justiça negou o pedido de revogação da prisão preventiva do motorista da BMW Gabriel Rodrigues Freitas, acusado de provocar a morte de outro condutor em um acidente de trânsito em Curitiba, em 2024.

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin também rejeitou a solicitação para antecipar a data do julgamento pelo Tribunal do Júri, marcado para o dia 25 de maio.

Segundo o Ministério Público, Gabriel dirigia em alta velocidade por uma avenida da capital paranaense quando colidiu na traseira de outro carro. Um radar teria registrado 181 km/h em um trecho onde o limite é de 70 km/h.

Com o impacto, o veículo atingido pegou fogo, o motorista sofreu grave queimaduras, chegou a ser socorrido com vida, mas morreu dias depois no hospital. Gabriel foi denunciado por homicídio qualificado.

STJ diz que ainda não pode analisar o pedido da defesa

Mesmo com o adiamento do julgamento, Gabriel continua preso. Por isso, os advogados entraram com um pedido no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que ele fosse solto.

A defesa argumentou que ele está preso há tempo demais, já que a prisão aconteceu em agosto de 2024, e que o julgamento foi adiado por questões de organização do próprio Judiciário.

Os advogados pediram a libertação do motorista ou, se isso não fosse possível, que o julgamento fosse marcado quanto antes. Porém, o presidente do STJ, ministro Benjamin, negou o pedido.

Segundo o ministro, o STJ ainda não pode analisar o caso porque o Tribunal de Justiça do Paraná não terminou de avaliar todos os pedidos da defesa. Até agora, apenas um desembargador decidiu, e não um grupo de magistrados.

Por isso, o ministro explicou que o STJ precisa esperar uma decisão final do tribunal do Paraná antes de se manifestar sobre o caso.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.

 

 

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