PM volta atrás e diz que homem morto não é suspeito de atentado a tenente
Corporação esclareceu, na manhã desta quinta (2), que 'não atribui ao homem morto nessa quarta-feira (1º) a condição de suspeito da tentativa de homicídio contra o Tenente Pimentel'

A Polícia Militar voltou atrás e informou que o homem morto em uma ação policial na Zona Leste da cidade, na quarta-feira (1°), não é suspeito de envolvimento na tentativa de homicídio do tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos. A retratação é da manhã desta quinta-feira (2).
O homem em questão morreu durante uma abordagem policial na região de Guaianases. Segundo a Polícia Militar, durante averiguação, ele teria atirado contra os policiais e, em seguida, foi baleado e morto pela polícia. A abordagem aconteceu após o recebimento de uma denúncia sobre a suposta participação de um indivíduo no atentado ao tenente Ronickson, que estaria no local.
Até a noite dessa quarta, a PM informava que a "eventual participação do homem na tentativa de homicídio praticada contra o Oficial da Polícia Militar será objeto de investigação por parte da polícia judiciária".
"O indivíduo foi socorrido a uma unidade de saúde local, onde evoluiu a óbito. A ocorrência foi apresentada no 68º Distrito Policial para o devido registro", completava a PM em nota.
Porém, às 9h29 desta quinta, a corporação voltou atrás e esclareceu que "não atribui ao homem morto nesta quarta-feira (1º) a condição de suspeito da tentativa de homicídio contra o Tenente Pimentel".
Leia a nova nota oficial na íntegra:
"A Polícia Militar esclarece que não atribui ao homem morto nesta quarta-feira (1º) a condição de suspeito da tentativa de homicídio contra o Tenente Pimentel. As equipes da PM foram ao local, em Guaianases, para averiguar denúncia sobre eventual participação indireta no crime. Durante a abordagem, o indivíduo reagiu armado contra os policiais e foi atingido na intervenção. A ocorrência foi registrada como morte decorrente de intervenção policial e segue sob investigação".
Até o momento, dois suspeitos de envolvimento no crime foram presos temporariamente e o atirador já foi identificado pela Polícia Civil e é procurado. O caso segue sob investigação no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa).
*Com informações de Rafael Saldanha e Bruna Lopes, da CNN Brasil
Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.
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