Itatiaia

Ventos de 92,5 km/h: prefeito do RJ faz alerta e pede que moradores evitem sair de casa

Com queda de árvores, falta de energia e transtornos no transporte, Eduardo Cavaliere pediu que os cariocas evitem sair de casa até o fim da ventania

Por e 
Ventos fortes colocaram o Rio de Janeiro em alerta • Imagens cedidas à Itatiaia

O prefeito em exercício do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, fez um alerta à população na tarde desta quarta-feira (29) para que evite deslocamentos não essenciais em razão dos fortes ventos que atingem a capital fluminense. Segundo o gestor, a ventania provocou ocorrências em todas as regiões da cidade, com registros de queda de árvores, problemas no trânsito e interrupções no fornecimento de energia elétrica.

Em publicação nas redes sociais, Cavaliere afirmou que os ventos devem seguir até o início da noite e orientou os moradores a evitarem áreas abertas e marquises de prédios durante o retorno para casa. "Atenção moradores de todas as regiões do Rio: ventos muito fortes na cidade com previsão de seguir até o início da noite. Aqueles que puderem, por favor, evitar deslocamentos que não sejam essenciais", escreveu.

De acordo com o Centro de Operações Rio (COR), a maior velocidade do vento registrada foi de 92,5 km/h, na estação da Base Aérea de Santa Cruz, na Zona Oeste da capital. A força da ventania derrubou árvores, destelhou imóveis e causou falta de energia em diferentes bairros. A reportagem da Itatiaia apurou ainda o desabamento do teto de um posto de combustíveis em Campo Grande e a queda de um muro em Jacarepaguá.

O prefeito também informou que os efeitos da falta de energia atingiram o transporte público. Segundo ele, a Linha 1 do MetrôRio chegou a ter a operação paralisada por causa da interrupção no fornecimento de eletricidade, enquanto a Linha 2 operava de forma intermitente, em processo de normalização. Cavaliere orientou a população a acompanhar os comunicados oficiais da Prefeitura do Rio e do Centro de Operações, que seguem monitorando os impactos da ventania e emitindo recomendações de segurança.

Por

Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

Por

Jornalista formado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH) e pós-graduado em Jornalismo nos Ambientes Digitais pela mesma instituição. Possui experiência como repórter, produtor e coordenador de telejornal.

 

 

Belo Horizonte