Motorista de aplicativo é encontrado morto com sinais de tortura na Zona Norte do Rio
Homem identificado como Sandro Castro Menezes tinha 36 anos; corpo dele foi localizado com mais de 20 marcas de disparos

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) investiga o crime envolvendo um motorista de aplicativo que foi torturado e morto a tiros em seguida após, suspostamente, entrar por engano em uma comunidade na Zona Norte da capital fluminense. O crime aconteceu na manhã de terça-feira (16).
O corpo de Sandro Castro Menezes, de 36 anos, foi encontrado na Rua Francisco Enes, na região da Penha Circular. Segundo testemunhas, ele foi visto pela última vez na segunda-feira (15), após sair para trabalhar. Desde então, não havia feito mais contato com a família. Parentes de Sandro acreditam que ele tenha sido morto após entrar por engano em uma comunidade.
A família procurou a polícia durante a madrugada de terça-feira (16) e, pouco tempo depois, veio a informação de que o corpo havia sido localizado. Os parentes alegaram que o corpo apresentava sinais de extrema violência — com mais de 20 disparos.
Em nota enviada à reportagem, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) informou que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Sandro Castro Menezes. "Diligências estão em andamento para apurar a autoria e circunstâncias do crime", afirmou.
Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.
Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.




