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Corpo de policial civil é encontrado em porta-malas no RJ; namorada e sogros são presos

Segundo a polícia, a desconfiança sobre o crime ocorreu depois que a policial, que era da delegacia de Saquarema, também na região dos lagos, não compareceu ao trabalho

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Policial civil Daniela Cunha Moreira, de 43 anos, foi encontrado dentro do próprio carro em Guapimirim, na região dos lagos, no Rio de Janeiro • Tomaz Silva | Agência Brasil

A policial civil Daniela Cunha Moreira, de 43 anos, foi encontrado dentro do próprio carro em Guapimirim, na região dos lagos, no Rio de Janeiro, nessa sexta-feira (24). A esposa e os sogros da agente foram presos acusados de matá-la.

Segundo a polícia, a desconfiança sobre o crime ocorreu depois que a policial, que era da delegacia de Saquarema, também na região dos lagos, não compareceu ao trabalho. Os policiais foram até a casa onde a agente morava com a companheira, mas não encontraram ninguém.

Após fazer um rastreamento do carro da policial, a polícia descobriu que Daniela foi perseguida por outro veículo durante a madrugada e manhã da sexta (24). Por meio da placa, a polícia encontrou uma residência e nos fundos da casa, os agentes encontraram o corpo da agente dentro de um carro coberto por uma lona.

Ainda segundo a polícia, Daniela foi morta por enforcamento. A instituição aponta que a esposa da policial Katiana Clarice, de 38 anos, enforcou a agente enquanto Adilson de Oliveira, sogro da vítima, a segurou.

Já Ana Teresa Rodrigues, sogra da policial civil, também foi presa. Ela é acusada de ter auxiliado na ocultação de cadáver.

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Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.

 

 

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