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Vendedores da Feira Hippie de BH usam IA gratuita para facilitar cobranças

Ferramenta funciona como uma conversa no WhatsApp e pode gerar códigos de pagamento, pagar boletos, realizar pagamentos e mais

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Feira Hippie de Belo Horizonte é considerada a maior feira a céu aberto do Brasil, com cerca de 1700 barraquinhas funcionando todos os domingos, de 6h às 14h • Divulgação/Qu4rto Studio

Os vendedores da Feira Hippie de Belo Horizonte têm usado a inteligência artificial como aliada no dia a dia. Por meio do Jota, uma conta digital dentro do WhatsApp, eles conseguem gerar códigos de pagamento para os clientes, fazer transações financeiras e gerenciar as despesas e receitas do comércio.

Para Gustavo, a principal vantagem em usar o Jota é a economia de tempo. “Dentro das atividades da produtora de vídeo, seja para pagamento de equipe ou negociação com clientes, hoje eu consigo economizar horas preciosas no mês só com as transferências realizadas com o Jota. É uma diferença que, no fim, traz muito ganho de organização do tempo para lidar com outras tarefas como reuniões, fechamento de negócios e atendimento ao público, por exemplo”, avalia.

A proposta da IA é justamente essa. O CEO do Jota, Davi Holanda, destaca que "um simples áudio pode resolver qualquer atividade do seu dia a dia. O futuro pertence a soluções que eliminam complexidade, reduzem custos e colocam a tecnologia para trabalhar a favor do empreendedor”.

O Jota atende comandos enviados por áudio ou texto e notifica atividades como vencimento de boletos recorrentes, como contas de luz e água, por exemplo. Também é possível tirar uma foto de um boleto ou nota fiscal, e a ferramenta automaticamente reconhece os dados e realiza o pagamento. O Jota pode ser usado gratuitamente por qualquer pessoa, basta acessar este link.

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

 

 

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