Tokenização imobiliária em MG: entenda como funciona o sistema que facilita a negociação de imóveis
O sistema que facilita a compra e venda de imóveis está disponível em 70 cidades brasileiras, sendo três em Minas Gerais: Contagem, Betim e Nova Lima
A tokenização de ativos, principalmente no ramo imobiliário, tornou-se uma realidade em vários lugares do mundo. O sistema que facilita a compra e venda de imóveis está disponível em 70 cidades brasileiras, sendo três em Minas Gerais.
O sistema tokenização imobiliária converte tudo em ativos digitais. Os tokens, armazenados em um banco digital, podem ser comercializados de forma rápida, o que permite a negociação dividindo as propriedades entre vários donos.
Vinícius Dambros, diretor de crescimento da Netspaces, startup que está à frente do projeto, explica que com esse tipo de tecnologia fica mais fácil o ingresso de pequenos investidores no mercado, que antes encontravam muito mais barreiras no sistema financeiro.
'Fazemos um atrelamento do token e a matrícula. E aí com isso, o token passa a representar o imóvel e essa transferência de uma propriedade é feita de forma dinâmica e instantânea após o procedimento de integração com os cartórios', explica.
'Uma transação de venda leva de dois a três minutos, a gente estima que o tempo entre um apartamento passar a ser tokenizado representa mais ou menos o tempo original de uma transação. Você vai ter aí cerca de 30 a 60 dias, por causa do procedimento de integração com os cartórios. Depois que ele estiver digitalizado, a venda é instantânea', ressalta o executivo à frente do projeto de tokenização imobiliária.
Expansão do sistema
'A tecnologia de token é o ato de representar no mundo digital um imóvel tradicional. À medida que a gente insere esse token a gente consegue movimentar a propriedade do imóvel, os direitos sobre irracionais através da internet, então conseguimos fazer transações na mesma velocidade de um PIX', afirma o CEO da Netspaces.
A experiência foi testada em Porto Alegre por três anos com 30 mil pessoas, o que resultou uma movimentação de cerca de R$ 5 milhões.
'O modelo que a gente utiliza ele é totalmente atrelado ao sistema registral. Então apesar de ser uma tecnologia nova ela se dobra o tradicional. Você continua com a segurança da matrícula. E também ganha uma segurança de transacionar na mesma tecnologia que o Real digital do banco central vai transnacional, que a tecnologia blockchain', explica Blazoudákis.
Tem mais de 27 anos de experiência jornalística, como gestor de empresas de comunicação em Minas Gerais. Já foi editor-chefe e apresentador de alguns dos principais telejornais do Estado em emissoras como Record, Band e Alterosa, além de repórter de rede nacional. Foi editor-chefe do Jornal Metro e também trabalhou como assessor de imprensa no Senado Federal, Tribunal de Justiça de Minas Gerais e no Sesc-MG. Na Itatiaia, onde está desde abril de 2023, André é repórter multimídia e apresentador.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde




