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Postos na Região Oeste de BH sobem preço da gasolina

Conforme apuração da reportagem, a Petrobrás não anunciou nenhum aumento nos últimos dias. As distribuidoras também mantiveram o preço

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Postos na Região Oeste de BH sobem preço da gasolina • Clever Ribeiro / Itatiaia

Um levantamento da Itatiaia nesta quarta-feira (17) constatou um aumento, sem motivo aparente, em vários postos de combustíveis nas avenidas Teresa Cristina e Via Expressa, na Região Oeste de Belo Horizonte.

Nos últimos dias, a maioria dos estabelecimentos visitados praticava o preço médio de R$ 5,56. Nesta quarta-feira (17), nos mesmos locais, o preço é de R$ 5,89. Chama atenção um estabelecimento mantém a gasolina a R$ 5,49. Em outros postos na mesma região o combustível é encontrado a R$ 5,69.

Conforme apuração da reportagem, a Petrobrás não anunciou nenhum aumento nos últimos dias. As distribuidoras também mantiveram o preço. Por sua vez, o governo não subiu os impostos.

"Acho um absurdo, porque não teve aumento anunciado, estão coagindo a gente a abastecer do mesmo jeito", disse a condutora Edna Torres, de 57 anos e porteira. Ela contou também que sempre pesquisa quais postos têm os melhores preços.

"Complicado a gente ter um aumento desse sem motivo", avaliou o motorista César Júnior de Oliveira, de 38 anos e serralheiro. Ele também diz que monitora os postos com melhores preços.

Por sua vez, Evandro Campos, motorista de 36 anos, acredita que o aumento nos valores tem a ver com a falta de fiscalização.

Em nota, o Minaspetro afirmou que cada posto de combustível é livre para praticar o preço necessário.

Leia nota na íntegra:

Belo Horizonte com a gasolina e o etanol mais baratos da região Sudeste
De acordo com os dados da ANP, que divulga os preços médios das bombas semanalmente, Belo Horizonte é a capital da região do Sudeste com a gasolina e o etanol mais baratos. Já são cinco semanas seguidas com o preço mais atrativo para o consumidor, sendo que a última mensuração aconteceu na semana do dia 07 de junho, com a gasolina em R$ 6,05 e o etanol em R$ 3,95 na capital mineira. Os dados refletem um mercado livre e competitivo, cuja formação de preços é multifatorial e dinâmica. Cada revendedor define seus preços de forma autônoma, a partir de sua própria estrutura de custos, estratégias empresariais e das condições de mercado — o que naturalmente resulta em oscilações para cima e para baixo, independentes de reajustes formais da Petrobras ou de outros elos da cadeia, como é característico de um mercado de preços livres.
O Minaspetro, na condição de entidade representativa do setor, reforça que não orienta, interfere ou sugere qualquer conduta comercial aos revendedores.