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Jovem com tornozeleira eletrônica confessa ter estuprado e matado mulher na Grande BH

Homem de 21 anos forçou relação sexual com a vítima, de 42 anos, enquanto usava droga com ela em Betim (MG); autor tinha várias passagens pela polícia

Por e 
Foto mostra momentos antes de mulher ser morta em Betim (MG)
Corpo foi encontrado seis dias após a vítima desaparecer • Divulgação/Polícia Civil

Um homem de 21 anos foi indiciado pela Polícia Civil por ter estuprado e matado uma mulher de 42 anos em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. O jovem, que confessou o crime após ser preso, usava uma tornozeleira eletrônica na época do crime e teria matado a mulher com golpes de paralelepípedo por medo de ser ‘punido’ por traficantes da região por ter cometido um estupro.

Segundo a investigação, a mulher era casada, estava com depressão e, por conta disso, passou a fazer uso intenso de bebidas alcoólicas, drogas e medicamentos psiquiátricos. Ela desapareceu no dia 21 de fevereiro e, após seis dias de buscas pela família, seu corpo foi encontrado em uma área de mata próxima a uma linha férrea no bairro Santa Cruz, também em Betim. O corpo apresentava muitos ferimentos na cabeça.

Os investigadores descobriram que, pouco antes de desaparecer, a mulher esteve em uma padaria. A partir daí, a Polícia Civil começou a refazer o trajeto entre a padaria e o local em que o corpo foi encontrado. Pelas câmeras de segurança, os investigadores viram a mulher andando junto com um homem que usava tornozeleira eletrônica.

Estupro e morte

O autor disse aos policiais que convidou a vítima para usar droga com ele. Após chegarem no local que ele costumava frequentar para esse fim, o jovem teria tentado manter relações sexuais com ela. A vítima negou e, a partir daí, o homem começou a agredi-la e a estuprou.

Depois da relação sexual forçada, o homem passou a temer ser morto por traficantes da região e, por isso, decidiu matar a mulher, dando golpes de paralelepípedo no rosto e na cabeça dela.

O homem foi indiciado por estupro e homicídio duplamente qualificado. Segundo a Polícia Civil, o autor já tinha várias passagens, incluindo por crimes graves. Mesmo assim, ele tinha o benefício da Justiça de cumprir parte da pena em liberdade.

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Jornalista formado pela UFMG, com passagens pela Rádio UFMG Educativa, R7/Record e Portal Inset/Banco Inter. Colecionador de discos de vinil, apaixonado por livros e muito curioso.

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Amanda Antunes cursou jornalismo no Unileste (Centro Universitário Católica do Leste de Minas Gerais), com graduação concluída na Faculdade Estácio, em Belo Horizonte. Em 2009, começou a estagiar na Rádio Itatiaia do Vale do Aço, fazendo a cobertura de cidades. Em 2012, chegou à Itatiaia Belo Horizonte. Na rádio de Minas, faz parte do time de cobertura policial - sua grande paixão - e integra a equipe do programa ‘Observatório Feminino’.

 

 

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