Idosa de 71 anos que morreu por chikungunya no Norte de Minas tinha comorbidade
No dia 17 de fevereiro, a Prefeitura de Montes Claros publicou um decreto de emergência na saúde pública da cidade

A idosa, de 71 anos, que morreu por chikungunya em Montes Claros, no Norte de Minas, tinha comorbidade: neoplasia de pulmão e doença coronariana. O falecimento foi confirmado nessa terça-feira (21).
De acordo com a secretária de saúde, a mulher apresentou sintomas em 15 de fevereiro. O teste que confirmou a doença ocorreu cinco dias depois. Ela morreu oito dias após os primeiros sinais. Além dela, Minas Gerais registrou uma morte em Ponte Nova, na Zona da Mata.
Em 2022, nenhuma morte foi registrada. Além disso, no ano foram confirmados 6.392, enquanto nos três primeiros meses de 2023 já foram mais de 9 mil.
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No dia 17 de fevereiro, a Prefeitura de Montes Claros publicou um decreto de emergência na saúde pública da cidade, que vale por 120 dias. A medida foi tomada após surto de doenças infecciosas virais como dengue, zika vírus e chikungunya.
Na mesma data, a prefeitura de Ponte Nova decretou situação de emergência em função do avanço dos casos de dengue.
Monitoramento
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) anunciou o lançamento do Painel Arboviroses: Vigilância Epidemiológica, um portal de internet para a divulgação dos casos, óbitos e incidência de dengue, chikungunya e zika no estado. A ferramenta promete maior visibilidade sobre a vigilância epidemiológica dessas arboviroses, permitindo o acesso direto aos dados para a população.
Na ferramenta, o usuário pode realizar buscas por tipo de doença, período, semana epidemiológica, macrorregião, microrregião, regional de saúde e município.
(com informações de Luis Otávio Peçanha)
Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.
