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Henrique Maderite: especialistas dizem que 'Sinal de Frank' na orelha indicava problema no coração

Manter um estilo de vida saudável pode ser a principal forma de evitar problemas cardíacos, como o sofrido por Henrique Maderite

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Henrique Maderite tinha o "Sinal de Frank"
Henrique Maderite morreu aos 50 anos • Reprodução/Redes Sociais/Henrique Maderite

A morte do empresário e influenciador Henrique Maderite na última sexta (6) pegou fãs, familiares e amigos de surpresa e gerou grande comoção em todo o país. O mineiro de 50 anos morreu após sofrer um infarto fulminante enquanto estava em seu haras particular, no distrito de Amarantina, em Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais.

Após a morte, especialistas destacaram a presença de um sinal corporal na orelha de Maderite, que pode indicar que o influenciador já convivia com um problema cardiovascular. Nas fotos do influenciador, é possível ver que ele tinha o pouco conhecido Sinal de Frank.

O que é o 'Sinal de Frank'?

Henrique Maderite tinha o

Segundo o médico, há estudos que comprovam que presença do sinal na orelha pode ter relação direta com o aumento do risco de aterosclerose, uma inflamação causada pelo acúmulo de gordura na parede das artérias. Ele ainda explicou a relação do surgimento da marca com o risco da doença.

"As artérias da orelha, assim como as coronárias, que são as artérias que irrigam o coração, são as mais terminais. Então, por isso que, dando gordura nessas artérias, como a da orelha, a gente pode desenvolver esse sinal e, assim, ter uma correlação direta de ter gordura também nas paredes das artérias do coração, aumentando o risco de infarto", completou.

Percebi o sinal em mim. E, agora?

A primeira coisa a se fazer é procurar um médico especialista para confirmar o diagnóstico de alguma possível doença cardiovascular e ,se necessário, começar o devido tratamento.

Segundo o médico, manter um estilo de vida saudável pode ser a principal forma de evitar problemas cardíacos, como o sofrido por Henrique Maderite. Uma alimentação balanceada, a realização de atividades físicas e uma boa rotina de sono são elementos fundamentais para se manter longe das doenças cardiovasculares.

O risco de ter um infarto é comprovadamente maior em pessoas sedentárias e também fumantes. Mas, vale lembrar, que mesmo a pessoa que se cuida ao máximo, como era o caso do influenciador de acordo com amigos, pode vir a sofrer um infarto.

De acordo com o Alan Max, isso acontece porque muitas pessoas já possuem uma carga genética alta e, com isso, o risco também se torna mais alto. Assim, se conhecer e realizar um acompanhamento médico é fundamental para evitar as possíveis doenças, além de praticar hábitos mais saudáveis.

Morte de Henrique Maderite

O influenciador Henrique Maderite morreu, aos 50 anos, na tarde da sexta-feira (6). A informação foi confirmada por diversas fontes à Itatiaia. Ele foi encontrado sem vida em seu haras particular no distrito de Amarantina, em Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais.

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) confirmou a morte natural do mineiro. Nas redes sociais, a família informou que o empresário morreu após sofrer um infarto fulminante.

O Corpo de Bombeiros (CBMMG), a Polícia Civil (PCMG) e o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) também foram acionados. As primeiras informações indicavam que o corpo havia sido localizado com sangramento no ouvido, um corte na região da nuca e marcas roxas no pescoço, ferimentos relativos à queda.

A morte do influenciador comoveu fãs, parentes e familiares de Henrique. Neste domingo (8), O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, esteve no local e lamentou a partida do mineiro. “Ele era um cara muito querido, muito conhecido e deixou um legado de muita alegria para todos nós”, descreveu.

Nanda Maciel, viúva de Henrique, se manifestou sobre a morte do companheiro. Nas redes sociais, ela disse que está “sem forças” e pediu orações.

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Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.

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Jornalista em formação pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH). Integra a equipe da Itatiaia desde 2024 com foco na editoria Minas Gerais.