PF investiga suposto esquema venda de barrigas de aluguel em São Paulo
A principal suspeita é de que mulheres pobres sejam captadas para a gestação remunerada para interessados, inclusive, de fora do Brasil

A Polícia Federal investiga um esquema de venda de barrigas de aluguel por clínica de São Paulo. A principal suspeita é de que mulheres pobres sejam captadas para a gestação remunerada para interessados, inclusive, de fora do Brasil. As informações foram reveladas pela Folha de S. Paulo nesta sexta-feira (22)
A apuração começou após um cidadão americano nascido no Líbano, de 46 anos, solicitar documento para o filho de 2 meses para deixar o país. A falta do nome da mãe na certidãoo chamou a atenção da polícia.
No Brasil, está autorizada a “barriga solidária”, que é quando o embrião é colocado na barriga solidária, é feito por meio de uma fertilização in vitro (FIV) e é transferido para a doadora do útero, que gerará a criança e, após o parto, entregará o bebê aos pais. O procedimento não pode denotar um caráter comercial.
Segundo a reportagem da Veja, a mulher, de 36, mora em uma casa na periferia de São Vicente, litoral de São Paulo, trabalha como promotora de vendas e recebe um salário mensal de R$ 1500. Ela tem três filhos. Apenas uma com o nome dela.
A PF investiga se ouve envolvimento de dinheiro.
A partir desse caso, a polícia passou a investigar outras dezenas de casos de “barriga solidária” que pode ter acontecido fraudulentamente.
A Rádio de Minas. Tudo sobre o futebol mineiro, política, economia e informações de todo o Estado. A Itatiaia dá notícia de tudo.



