Morre fornecedor de armas do CV: 'Professor' tinha 65 passagens e fez implante capilar para não ser reconhecido
Conforme a polícia, traficante fez tratamento dentário, implante de cabelo e até lipoaspiração para não ser reconhecido; Polícia Civil investiga a causa da morte

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga as circunstâncias da morte do traficante Fhillip da Silva Gregório, conhecido como 'Professor', morto nesse domingo (1°) com um tiro na cabeça.
Ele era apontado como um dos líderes da facção Comando Vermelho (CV) e chefe do tráfico na Favela da Fazendinha, no Complexo do Alemão, na Zona Norte da cidade. Conforme a polícia, o para que o criminoso não fosse reconhecido, 'Professor' fez tratamento dentário, implante de cabelo e até lipoaspiração em consultórios improvisados montados no 'Alemão'.
Foragido desde 2018 e com mais de 60 anotações criminais, 'Professor' foi encontrado morto com um tiro na cabeça. Ele já chegou sem vida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Del Castilho.
A Delegacia de Homicídios da Capital Fluminense (DH-Capital) investiga as circunstâncias da morte do bandido, mas uma das hipóteses é de que ele teria discutido com uma mulher. O traficante 'Professor' era o responsável por negociar armas, drogas e munições para o Comando Vermelho, com conexões internacionais na América do Sul e Europa.
Fhillip da Silva Gregório era considerado um dos maiores articuladores logísticos do tráfico no estado.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.
Diana Rogers tem 34 anos e é repórter correspondente no Rio de Janeiro. Trabalha como repórter em rádio desde os 21 anos e passou por cinco emissoras no Rio: Globo, CBN, Tupi, Manchete e Mec. Cobriu grandes eventos como sete Carnavais na Sapucaí, bastidores da Copa de 2014 e das Olimpíadas em 2016.




