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Mãe de fotógrafo mineiro encontrado morto em Paris se pronuncia: 'orem pela família'

Flávio estava desaparecido desde novembro de 2024; teste de DNA confirmou que corpo encontrado no rio Sena era do fotógrafo.

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Flávio de Castro, fotógrafo brasileiro desaparecido na França • Reprodução / Instagram @flaviocarrilhodecastro

“Boa tarde a todos, venho informar que o corpo do Flávio foi encontrado no rio Sena sábado já bem próximo do oceano, o consul entrou em contato com minha sobrinha Woiron ontem. Agradeço a todos pelo carinho, orações e apoio com Flávio, comigo e família durante esse tempo. Peço que continuem orando pela família e pelo Flávio descansar na paz e luz A. Gratidão”, disse Marta Maria De Castro.

O fotógrafo brasileiro, Flávio de Sousa Castro foi à Paris, na França, para cobrir um casamento com seu sócio Lucien Esteban no início do mês de novembro de 2024. Contudo, quando era para ele voltar ao Brasil, na terça-feira (26), ele chegou a fazer check-in para o voo de volta, mas desapareceu. Desde então, ele era procurado por familiares, amigos e pelas autoridades francesas.

Quando Flávio chegou à Paris?

O fotógrafo chegou em Paris no dia 1° de novembro de 2024. Ele tinha passagem agendada para volta na terça-feira (26).

O que aconteceu com Flávio?

Segundo relato de amigos e familiares, antes do dia do embarque para o retorno ao Brasil, Flávio sofreu um acidente e caiu no Rio Sena. Conforme, Lucien Esteban e Rafael Basso - amigo de Flávio que mora em Paris - após o acidente o fotógrafo foi levado ao Hôpital Européen Georges Pompidou e liberado na terça-feira (26).

Conforme a nota enviada a imprensa, após sair do hospital Flávio foi ao escritório da ‘checkmyguest’, empresa responsável pelo Airbnb onde o fotografo estava hospedado. Na ocasião, ele teria tentado estender a estadia por mais uma noite no apartamento.

“Aparentemente esteve em seguida no apartamento, localizado na 7 Rue des La Reculette, Paris, 13e, e após isso parou de responder mensagens e não deu mais notícias”, aponta a nota.

Com quem e onde estavam os pertences de Flávio?

A mala, o celular e os documento de Flávio, foram entregues a Rafael Basso - que recebeu autorização da família para abrir os pertences. Contudo, o mineiro escolheu não mexer nos itens do fotógrafo sem a presença de autoridades consulares ou da polícia francesa, para evitar ser responsabilizado ou alterar alguma prova importante do caso.

“O que a gente espera é que o consulado nos dê uma assistência [aos amigos de Flávio que estão na França], porque estamos com os pertences de uma pessoa que está desaparecida. O que a gente tem que fazer com isso e qualquer decisão que a gente tem que tomar tem que ser feita junto com o consulado”, afirmou.

Confira a nota completa do Itamaraty:

“Ontem, 09/1, o Consulado-Geral do Brasil em Paris recebeu, com pesar, informação da polícia francesa sobre o falecimento do mencionado nacional brasileiro. O Itamaraty, por meio do Consulado em Paris, está em contato com os familiares e permanece à disposição para prestar assistência consular. Em atendimento ao direito à privacidade e em observância ao disposto na Lei de Acesso à Informação e no decreto 7.724/2012, o Ministério das Relações Exteriores não fornece informações detalhadas sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros”.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.