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Justiça diz que irmã de Deolane pagou manifestantes na frente do presídio: vídeo flagra pagamento

Em um vídeo nas redes sociais, Dayanne Bezerra aparece tirando foto com os manifestantes e entrega uma nota de R$ 100 a um deles

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Deolane Bezerra se irritou ao ouvir seu nome ser mencionado
A advogada Deolane Bezerra • Reprodução | Redes sociais

Eduardo Guilliod Maranhão, o desembargador que negou o último pedido de habeas corpus de Deolane Bezerra, declarou que a influenciadora e a família dela pagaram pessoas para protestar contra a prisão em frente à Colônia Penal Feminina do Recife. Nas redes sociais, circulam vídeos em que pessoas vestidas com camisa com o nome e a foto da famosa recebem R$ 100 como recompensa. Em um deles, a própria irmã de Deolane aparece distribuindo dinheiro.

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Relembre o caso

No dia 4 de setembro, Deolane e Solange, sua mãe, foram presas preventivamente pela Polícia Civil, no bairro Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, durante operação para combater crimes de lavagem de dinheiro e prática de jogos ilegais, que recebeu o nome de "Integration". Em carta escrita à mão e publicada no Instagram, Deolane afirmou ser inocente, e que está ‘sofrendo uma grande injustiça’.

Na segunda-feira (9), a Justiça concedeu o direito a prisão domiciliar. No entanto, Deolane deveria seguir algumas medidas cautelares para manter o benefício, como permanecer em prisão domiciliar, inclusive nos fins de semana e feriados; usar tornozeleira eletrônica; não entrar em contato com os demais investigados; e não se manifestar por meio de redes sociais, imprensa ou outros meios de comunicação.

Porém, logo na saída da prisão, a influenciadora encontrou uma multidão e aproveitou a oportunidade para falar com a imprensa e os fãs que estavam no local. Ao mesmo tempo, ela publicou uma ‘carta aberta’ no Instagram, infringindo as regras impostas judicialmente.

Na terça-feira (10), a Justiça de Pernambuco revogou a prisão domiciliar de Deolane Bezerra. Porém, a Justiça determinou que, dessa vez, a influenciadora ficasse detida no Agreste pernambucano, há cerca de 280 quilômetros da capital. Segundo o TJPE, a decisão tem o objetivo de evitar uma aglomeração, como a que se formou em frente à Colônia Penal Feminina do Recife, e mantê-la “longe da influência direta e intensa de centros urbanos”.

*Sob supervisão de Enzo Menezes

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

 

 

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