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Governo de SP oferece R$ 50 mil por informações sobre paradeiro de suspeito de matar PM da Rota

Gabinete do secretário de Segurança Pública foi transferido temporariamente para Santos, no litoral

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Secretário Guilherme Derrite e cúpula da Segurança Pública de São Paulo em entrevista coletiva  • Secretaria de Segurança Pública/Divulgação

O Governo de São Paulo está oferecendo recompensa de R$ 50 mil para quem ajudar com informações que levem ao paradeiro do suspeito de matar o policial da Rota, pelotão de elite da Polícia Militar (PM) paulista, Samuel Cosmo, na sexta-feira (2), em Santos, no litoral do Estado.

Na quarta-feira (7), em entrevista coletiva, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, disse que a Justiça deferiu o pedido de prisão do suspeito após investigação da Polícia Civil.

O secretário e os comandantes da PM e da Polícia Civil transferiram temporariamente os gabinetes para Santos. As forças de segurança realizam as operações Verão e Escudo no litoral. Desde a morte do policial da Rota, ao menos sete pessoas foram mortas em confronto com a polícia no litoral.

Segundo Derrite, a mudança de local de gabinete se deu para acompanhar as ações de combate à criminalidade e as buscas pelos suspeitos de envolvimento nas mortes de dois policiais militares que atuavam na Operação Verão.

Além do policial da Rota, o cabo José Silveira Santos, do 2° Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) da PM de São Paulo, morreu ao ser baleado na manhã de quarta em uma ação no Jardim São Manoel, também em Santos.

A partir desta quinta-feira (8), policiais do Batalhão de Ações Especiais, da região do ABC Paulista, de Guarulhos e da Região Metropolitana da capital se juntarão ao efetivo já empregado na Operação Verão. A tropa contará com o auxílio da Rota e do Centro de Operações Especiais (COE).

A Polícia Civil também vai apoiar nas investigações com o empenho de agentes do Grupo Especial de Reação (GER), além do efetivo de outros departamentos, como Denarc, para dar o suporte nas ações de combate ao tráfico de drogas. O trabalho de inteligência também será reforçado com os agentes da Civil e de diversas agências que atuam no Estado.

“Estamos defendendo a população, em especial, as pessoas que moram nas comunidades aqui do litoral e que mais sofrem com a atuação do crime organizado”, disse o secretário. “Essa atuação vai priorizar a prisão desde a cúpula do crime organizado até os membros dessas organizações, além dos envolvidos nas mortes dos policiais. Vamos dar uma resposta ao avanço da criminalidade.”

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