Dono da Dolly é condenado a prisão por corrupção e crime ambiental em SP
Segundo o Ministério Público, Codonho desmatou ilegalmente uma área preservada em São Lourenço da Serra e subornou servidores públicos

O empresário Laerte Codonho, dono da fábrica de refrigerantes Dolly, foi condenado por crimes ambientais e corrupção em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.
Segundo o juiz Djalma Moreira Gomes Junior, Laerte é o 'chefe de todo o bando, sendo que seus subordinados, embora possuam papéis importantes dentro do grupo, se reportam a ele'. Os subordinados são Júlio César Requena Mazzi, Caloger Claude Alain Nicolosi e Esaú Vespúcio Domingues.
Laerte recebeu a pena total de 11 anos, 4 meses e 1 dia de reclusão, além de 4 anos, 10 meses e 4 dias de detenção. Ele também terá que pagar uma multa de aproximadamente R$ 570 mil, conforme decisão nesta sexta-feira (14).
A defesa afirmou ao g1 que vai recorrer e que o 'processo tem falhas'.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde



