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Caso Gritzbach: laudo aponta que munição usada em assassinato de delator do PCC era da PM

Antônio Vinicius Gritzbach foi morto quando deixava o Aeroporto Internacional de São Paulo, no dia 8 de dezembro de 2024; PC investiga o crime.

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Vinícius Gritzbach, de 38 anos • Reprodução

Os fuzis usados para matar Vinícius Gritzbach, 38, delator do PCC, era de um lote adquirido pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, segundo consta em um laudo da Polícia Científica, que investiga o caso. Gritzbach foi morto no dia 8 de novembro, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Até agora três policiais militares foram presos sob a acusação de participação no assassinato de Gritzbach. A investigação descobriu que o cabo Denis Martins, o suspeito de ser o primeiro executor, o tenente Fernando Genauro, suspeito de ser o motorista, e o soldado Ruan trabalharam juntos. O sistema de geolocalização dos celulares dos três aponta que eles estavam no aeroporto no momento do crime.

As investigações também mostram que Genauro e Denis trabalharam juntos na Força Tática do 42º Batalhão, em Osasco, na Grande São Paulo, e atuaram na mesma viatura em 16 de novembro de 2013. O tenente era amigo de Gritzbach e frequentava a casa dele.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.

 

 

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