Brigadeirão envenenado: testemunhas de assassinato de empresário serão ouvidas nesta segunda-feira (3)
Principal suspeita de matar o empresário Luiz Marcelo Antônio Ormond é Júlia Andrade Cathermol Pimenta, então namorada da vítima

A 25ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro, no Engenho Novo, deve receber três novas testemunhas nesta segunda-feira para avançar na investigação da morte de Luiz Marcelo Antônio Ormond, que teria sido envenenado por um brigadeirão feito pela então namorada, a psicóloga Júlia Andrade Cathermol Pimenta.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro tenta fechar o cerco para prender Júlia, que tem mandado de prisão em aberto contra ela e está foragida. Equipes saíram às ruas neste final de semana com o objetivo de tentar localizar a mulher, que é tida pelos investigadores como uma pessoa ‘fria’ e ‘perigosa’.
As testemunhas podem ajudar a polícia a descobrir o real motivo do assassinato do empresário. Os indícios recolhidos pela investigação até aqui apontam para uma tentativa por parte de Júlia de ganhar dinheiro com a suposta ‘herança’ de Luiz Marcelo, que tinha rendimentos vindos de imóveis e de um estacionamento.
O delegado responsável pelo caso, Marcos Buss, ainda aguarda a autorização judicial para quebrar o sigilo bancário da cigana, da psicóloga e do empresário, na tentativa de entender se foram realizadas movimentações financeiras relacionadas com o crime. Isso poderia, inclusive, ajudar na análise do enriquecimento da cigana e eventualmente fornecer provas sobre outros crimes que possam ter sido cometidos por ela.
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*Com informações de CNN Brasil
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