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CEO do Grupo Fictor está entre alvos de ação da PF contra fraude na Caixa

Ação da Polícia Federal desta quarta-feira (25) mira fraudes de até R$ 500 milhões na Caixa Econômica Federal; grupo liderado por Rafael Góis tentou comprar o Banco Master

Por e , de São Paulo
Reprodução | LinkedIn

O CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, é um dos alvos da operação realizada pela Polícia Federal, nesta quarta-feira (25), contra uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias na Caixa Econômica Federal. Os prejuízos podem passar de R$ 500 milhões. Segundo apuração da CNN Brasil, o empresário é alvo de mandado de busca.

A investigação da PF teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado de obtenção de vantagens ilícitas. O grupo cooptava funcionários de instituições financeiras e utilizava empresas, inclusive vinculadas a um grupo econômico específico, para a movimentação de valores e ocultação de recursos ilícitos.

São cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

A Justiça também determinou o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões, com o objetivo de descapitalizar a organização criminosa. A PF também investiga os crimes de estelionato e lavagem de dinheiro.

O que diz a defesa de Rafael Góis?

Por meio de nota informaram que "foi realizada hoje diligência de busca e apreensão na residência de Rafael Góis, CEO da Fictor, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Federal. Apenas o seu celular foi apreendido. Tão logo sua defesa tenha acesso ao conteúdo da investigação, serão prestados os esclarecimentos necessários às autoridades competentes, com o objetivo de elucidar os fatos".

*Com informações de Elijonas Maia, da CNN Brasil, em Brasília

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

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