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Exército deve responsabilizar pelo menos 20 militares por armas furtadas

Até o momento, cerca de 45 militares seguem aquartelados para colaborarem com as investigações

O Exército Brasileiro deve responsabilizar ao menos 20 militares pelo furto de 21 metralhadoras do quartel de Barueri, na Grande São Paulo. As armas faziam parte do Arsenal de Guerra. Nos próximos dias, o Comando Militar do Sudeste solicitará à Justiça Militar a prisão dos suspeitos. Até o momento cerca de 45 militares continuam aquartelados. As informações são do Metrópoles.

O general Maurício Vieira Gama, chefe do Estado-Maior do Sudeste informou, neste domingo (22), que entre os investigados há oficiais, sargentos, cabos e soldados. Sete deles estão impedidos de deixar o Arsenal de Guerra por indícios de participação no crime. Os militares são suspeitos de cometer transgressões na esfera administrativa para facilitar o furto das armas.

“Brevemente, militares serão submetidos à prisão cautelar com autorização da Justiça. Isso deve ocorrer em breve com os indícios que nós temos”, disse o general. O chefe do Estado-Maior do Sudeste ainda informou que a medida que a investigação avance, mais militares podem entrar na lista de suspeitos.

Caso sejam condenados, os militares podem pegar até 30 dias de prisão disciplinar. "É um episódio inaceitável da nossa parte e temos total interesse em esclarecer os fatos no mais curto prazo possível”, afirmou o general.

Até sábado (21), 160 militares estavam aquartelados no Arsenal de Guerra de Barueri para colaborarem com as investigações. Parte da tropa foi liberada e, agora, 45 seguem sem poder sair do quartel.

Vieira Gama explicou que os militares que seguem aquartelados não cometeram um crime, mas sim negligências na esfera administrativa. “A apuração para cometimento de crime está sendo apurada pelo inquérito policial militar. Uma coisa é transgressão disciplinar, menos grave. Outra coisa é crime”, esclareceu.

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