Lula desafia o agro levando líder do MST em sua comitiva
Pedro Stédile, líder do MST, está fila de cima sendo o quarto da direita para a esquerda

Chega ao inacreditável o comportamento do presidente Lula com os produtores rurais brasileiros! Algo que não se define a não ser como desafio ou afronta aos que lutam para colocar o Brasil sempre nas primeiras prateleiras da produção mundial.
Palavras como democracia, respeito e responsabilidade, assim como a Constituição Brasileira, podem sair de cena porque não farão nenhuma falta. Tudo virou um produto de absoluto desuso. Em quem, política ou juridicamente deveria reagir se comporta como se nada tivesse acontecendo.
O presidente como companheiro dos invasores de terras deveria se lembrar que o dia 17 de abril marcou definitivamente o massacre de Eldorado dos Carajás, em 1996, quando os membros do MST tentaram invadir uma fazenda no Pará, foram bloqueados pela polícia militar paraense, houve um confronto violento e 20 integrantes do grupo foram mortos e mais 70 participantes do MST ficaram feridos.
Líder do MST, Pedro Stédile, tem anunciado com insistência que invasões vão ocorrer a partir do dia 17, segunda-feira, podendo ir até o dia 21. Inclusive ele está em uma das fotos oficias dos presidentes aula e Xi Jinping da China.
A Frente Parlamentar da Agropecuária entrou com pedido de liminar no STF para impedir que invasões aconteçam e até as 18 horas desse sábado, não havia nenhuma posição do supremo.
Stédile continua propagando as invasões mesmo estando na comitiva da presidência, agora nos Emirados Árabes Unidos. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, também marca presença entre os convidados do presidente e não fez qualquer aceno sobre o comportamento de João Pedro Stédile. Afinal, são todos companheiros!
Vamos aguarda com expectativa positiva a respeito do que poderá acontecer nessa segunda-feira. Que haverá manifestações do MST com passeata e varias ações pelo Brasil afora, não não dúvida!
Os líderes não confirmam uma avalanche de invasões, mas não descartam aquelas que deverão ser chamadas de pontuais. Não é possível que as autoridades políticas e jurídicas vão continuar esperando para ver no que dá, e até onde vamos!
Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.
