Kisy, oposta da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei, revelou as expectativas para estreia na Liga das Nações de
De volta à Seleção, a ex-jogadora do Gerdau Minas fará sua primeira partida no torneio em 2025. Convocada para as duas primeiras etapas, Kisy não chegou a atuar devido a um edema ósseo no joelho e uma tendinite.
A oposta se mostrou contente com o retorno à equipe comandada por José Roberto Guimarães e disse que ficar de fora da Seleção foi um período “difícil”.
“Estou muito feliz de estar de volta. Acho que para gente que gosta de estar aqui (na Seleção Brasileira), que o vôlei é a nossa paixão, é muito difícil estar de fora esse tempo todo, que para mim foi demais”, iniciou.
Adiante, Kisy projetou a partida contra a Bulgária e apontou a dificuldade do duelo.
“Acredito que essa fase a gente tem muito a aproveitar. Amanhã é um jogo difícil contra a Bulgária. (Espero) que a gente possa imprimir o nosso ritmo de jogo e terminar com a melhor pontuação possível”, concluiu a oposta.
Brasil na Liga das Nações de Vôlei
O Brasil está próximo de garantir vaga na fase final da Liga das Nações. Com sete vitórias em oito partidas, a Seleção Brasileira precisa de apenas um triunfo, por 3 a 0 ou 3 a 1, para se classificar.
As comandadas por José Roberto Guimarães ocupam a terceira colocação na tabela, com 20 pontos conquistados. A Itália lidera a classificação com 22 pontos, seguida pela Polônia, que soma 21.
Em Chiba, no Japão, o Brasil enfrentará Bulgária, França, Polônia e Japão, entre os dias 9 e 13 de julho.