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Vôlei feminino em Paris 2024: quais países teriam vaga pelo ranking hoje

Com sete seleções já garantidas, restam cinco vagas em disputa

Após a realização dos três torneios Pré-Olímpicos no final de setembro, sete países estão garantidos na disputa do vôlei feminino nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. Turquia, Brasil, República Dominicana, Estados Unidos, Polônia e Sérvia, além da anfitriã França, já estão classificados para o maior evento esportivo do planeta.

As cinco vagas restantes serão distribuídas de acordo com o ranking da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), sendo que uma delas será destinada obrigatoriamente a uma equipe da África e outra a um país asiático, continentes sem representante classificado previamente. Hoje, Quênia e China seriam as beneficiadas pela cota geográfica.

Neste momento, após a atualização do ranking divulgada depois do Pré-Olímpico, Itália (5ª), Japão (9º) e Países Baixos (10º) seriam contemplados com as outras três vagas universais.

As vagas serão distribuídas em junho de 2024, após a realização da próxima edição da Liga das Nações. Até lá, as posições podem ser alteradas.

Confira o top-20:

  1. Turquia - 397.46 - já está classificada

  2. Estados Unidos - 358.62 - já estão classificados

  3. Brasil - 352.55 - já está classificado

  4. Sérvia - 350.86 - já está classificada

  5. Itália - 338.97 - depende da vaga pelo ranking

  6. China - 329.65 - depende da vaga pelo ranking (melhor asiática)

  7. Polônia - 327.89 - já está classificada

  8. República Dominicana - 308.86 - já está classificada

  9. Japão - 305.09 - depende da vaga pelo ranking

  10. Países Baixos - 287.94 - depende da vaga pelo ranking

  11. Canadá - 265.66 - depende da vaga pelo ranking

  12. Alemanha - 228.36 - depende da vaga pelo ranking

  13. Tailândia - 222.00 - depende da vaga pelo ranking

  14. Bélgica - 199.57 - depende da vaga pelo ranking

  15. França - 184.99 - já está classificada

  16. Porto Rico - 177.67 - depende da vaga pelo ranking

  17. Argentina - 177.17 - depende da vaga pelo ranking

  18. República Tcheca - 171.96 - depende da vaga pelo ranking

  19. Ucrânia - 171.30 - depende da vaga pelo ranking

  20. Bulgária - 165.39 - depende da vaga pelo ranking

  21. Quênia - 162.42 - depende da vaga pelo ranking (melhor africana)

Como funciona o ranking

Desde 2019, a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) utiliza um novo método para ranquear as seleções. Para realizar o cálculo, a FIVB leva em consideração o resultado de cada jogo, a comparação das probabilidades com o placar final e o peso de cada campeonato.

Para o ranqueamento, valem todos os jogos de competições reconhecidas pela FIVB com no mínimo quatro seleções.

Além disso, a Federação leva em conta a performance de cada seleção na partida. Antes de cada jogo, a pontuação dos times no ranking é comparada, de forma que o que tem mais pontos é considerado o mais forte e mais provável de performar melhor.

Baseado na pontuação e no histórico de cada time, a FIVB calcula as probabilidades para os seis placares possíveis (3x0, 3x1, 3x2, 2x3, 1x3 e 0x3) e depois compara com o resultado final da partida. Se o time performa melhor do que o esperado, ele soma pontos, enquanto o time que foi abaixo da expectativa perde a mesma quantidade. Quanto mais perto os resultados chegarem da probabilidade, menor é a quantidade de pontos alterada no ranking. Quanto mais longe, mais pontos.

Como último critério, a FIVB criou um sistema de ‘pesos’ para cada campeonato. A exemplo disso, as partidas das Olimpíadas tem o peso maior, seguidas dos jogos do Campeonato Mundial e da Liga das Nações.

Graduada em Jornalismo pela PUC Minas e repórter do portal Itatiaia Esporte. Cobre outras modalidades, especialmente vôlei.
Hugo Lobão é repórter multimídia do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, passou por Hoje Em Dia, Record e Globo Esporte. Amante de esportes olímpicos.
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