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As negociações não são fáceis, e o Verdão sabe disso. Caso qualquer uma avance, será por valores próximos ou maiores do que aqueles investidos em Vitor Roque, contratação mais cara da história do Palmeiras — 25 milhões de euros (R$ 154 milhões na cotação da época).
Além de já serem alvos caros, o Palmeiras vê movimentos de clubes que contribuem para cada vez mais subidas de preço para o futebol brasileiro.
Jhon Arias em ação pelo Wolverhampton Wanderers em janeiro de 2026
O Cruzeiro, por exemplo, fechou a contratação de Gerson por 27 milhões de euros (R$ 169 milhões), atual operação mais cara do país, superando a de Vitor Roque. O Flamengo ofereceu 30 milhões de euros (R$ 188 milhões) por Kaio Jorge — e não avançou — e tenta contratar Lucas Paquetá por cifras ainda mais altas.
Apesar de saber das complexidades, o Palmeiras não desistiu e deve seguir tentando Almada e Arias. O clube estuda maneiras de avançar.
O colombiano tem mais chance de se concretizar, enquanto o argentino vive realidade mais complicada para deixar a Espanha.
O Palmeiras foca principalmente ainda em contratar um zagueiro — Igor Julio, emprestado pelo Brighton ao West Ham, é o atual alvo — e um volante. Fabinho, do Al-Ittihad e da Seleção Brasileira, é o sonho para o meio-campo.
Apesar dos dois focos, o planejamento da diretoria é reforçar o elenco com um meia-atacante. Podem ser até dois, de acordo com possíveis saídas.
O perfil de reforços traçado pelo Palmeiras é de jogadores prontos, experientes e de qualidade. O clube não abre mão dessas características, mas automaticamente tem encontrado mais dificuldade no mercado, pois as operações são mais difíceis e caras.
Até agora, somente Marlon Freitas foi anunciado como reforço do Verdão.