Abel Ferreira acredita que o
Para o comandante, a realidade do poderio financeiro do futebol europeu o frustra. Isso porque o clube deposita muita energia para formar o atleta, e quando ele atinge o alto nível, precisa vender.
“São jogadores que nos dão muito trabalho. O que fico triste é que, quando ficam prontos, tens que vender. Tivemos que vender o Endrick, o Estêvão, o Vitor Reis, agora o Allan.
Contudo, Abel afirma que o Verdão tem condições de escolher qual o melhor momento para negociar os atletas.
“O Palmeiras, neste momento, está em condições de escolher quando pode e não pode vender. Por isso, fizemos um trabalho conjunto com o departamento de finanças e diretoria. O treinador muito para além daquilo das quatro linhas”, completou.
O Palmeiras recusou uma proposta do Napoli por Allan, poucos dias antes do início do Campeonato Paulista.
Cobiça ratifica bom trabalho
Assim sendo, Abel acredita que a busca da Europa por jogadores do Alviverde é a prova de que o trabalho é bem feito.
“Se os clubes de fora estão atentos aos nossos jogadores nos últimos anos, o Ríos, o Estêvão... fico satisfeito, mostra trabalho bem feito. Mas não precisamos vender. precisamos de equipe competitiva e forte. Investir tempo nesses jogadores. Umas vezes as coisas vão sair bem, outras mal. Um euro está para seis reais, é muito fácil vir aqui com dinheiro e levar os jogadores. Não conto com perder ninguém, mas dá satisfação poder arriscar, ganhar e perder com esses jogadores e perceber que o trabalho planejado é isso.”