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Domínguez defende jogadores criticados no Atlético: ‘Mesmos objetivos, um novo caminho’

Treinador do Galo falou após a classificação nesta domingo (1º), contra o América, no Independência

Eduardo Domínguez, treinador do Atlético

Eduardo Domínguez saiu em defesa de Ángelo Preciado e Junior Alonso após a classificação do Atlético para a final do Campeonato Mineiro. O treinador cedeu entrevista coletiva após a vitória por 4 a 2 nos pênaltis contra o América, no estádio Independência, neste domingo (1º).

Ao justificar o paraguaio Junior Alonso no time titular, o comandante revelou que Vitor Hugo, o titular da posição, não estava com plenas condições de jogo. No entanto, ele não deixou de defender o defensor, ao ignorar o passado recente do jogador, que teve queda de desempenho apontada pela torcida.

“Foi porque Vitor Hugo teve um corte na cabeça (motivo de Alonso ter sido titular), em teve que dar oito pontos. E ele não estava 100%. E precisamos que todo jogador que entre esteja 100%. Junior é um jogador com muita experiência. O que aconteceu anteriormente não me corresponde. E o que eu disse na apresentação, olhamos para frente. É um novo caminho. São os mesmos objetivos, mas um novo caminho. E temos muita coisa para escrever”, disse Eduardo.

O argentino também defendeu Ángelo Preciado. O lateral-direito deixou a partida no segundo tempo e chegou a receber vaias de parte da torcida. Contudo, Domínguez revelou que o equatoriano sentiu dores no tornozelo durante toda a partida, o que impediu ele terminar a partida.

“Temos que ser críticos e analisar bem a partida e saber as características dos nossos jogadores. Hoje Preciado estava com o tornozelo mal. E foi acrescentando dor durante todo o primeiro tempo e lhe custou muito continuar até o final. Sabíamos desta dor”, informou o técnico do Atlético.

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Contudo, ele fez questão de comentar sobre o estilo de jogo de Preciado, apontado por muitos como um jogador ofensivo com falhas defensivas. Nesse sentido, ele afirmou que é responsabilidade do treinador buscar soluções para proteger o atleta em campo.

“Obviamente Ángelo é um jogador muito ofensivo, com muita potência. Mas devemos cuidar das suas retaguarda. A ver se vai ser um volante, se vai ser um zagueiro. Temos que entender que o nível que queremos de Angelo, ele tem que crescer, assim como a equipe tem que crescer”, iniciou.

“Com tranquilidade, não pretendo que ele saia de uma condição que não vinha jogando e com desconfiança com ele começar a jogar e passar pro melhor nível. Os níveis altos se conseguem com resultado, com confiança e crer na proposta do jogador para para o treinador e do treinador para os jogadores”, completou.

Igor Varejano é jornalista formado pela UFOP. Tem experiência em esportes e cidades no rádio e em portais. Colaborou com Agência Primaz, Jornal Geraes e Rádio Real. Atualmente é repórter do Itatiaia Esporte.

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