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CEO da FFU exalta Grêmio no bloco e prevê injeção de recursos na Série B de 2027

Gabriel Lima se animou com o Tricolor Gaúcho e falou sobre os planos para a Série B

Gabriel Lima em entrevista à CNN Brasil

CEO do Futebol Forte União (FFU), Gabriel Lima exaltou a possibilidade de o Grêmio aderir ao bloco econômico e destacou a força que o movimento proporciona. Em entrevista nessa sexta-feira (6) à CNN Brasil, o executivo ainda detalhou planos para a Série B do Campeonato Brasileiro de 2027, com maior injeção de recursos.

Grêmio

O Grêmio está em um movimento para deixar a Liga do Futebol Brasileiro (Libra) para aderir à FFU. Esses são os dois principais blocos formados por clubes do futebol brasileiro para organizar a venda coletiva de direitos comerciais e de transmissão. Gabriel Lima se animou com a provável chegada do Tricolor Gaúcho.

“Hoje, nós já somos 33 clubes entre série A, B, C e D. Quanto mais clubes tivermos, maior é a quantidade e a qualidade do nosso empacotamento para uma venda futura”, disse. “Isso aumenta nosso poder de barganha e melhora o produto que oferecemos ao mercado. Com mais recursos, conseguimos entregar mais dinheiros pros clubes, que conseguem investir em estrutura, infraestrutura e também na contratação e manutenção de jogadores”, completou, até concluir.

“Estamos super animado com essa possibilidade. O Grêmio é um gigante do futebol brasileiro, com uma torcida enorme e apaixonada. A entrada do clube qualifica o debate sobre uma liga unificada e aumenta nosso poder de barganha em negociações coletivas futuras. Para nós seria uma honra ter o Grêmio no grupo”, seguiu.

Posteriormente, Gabriel Lima ratificou que ainda é necessária a oficialização do movimento. “O Grêmio precisa aprovar no seu conselho deliberativo. Depois, os clubes da FFU também votam a entrada. Esses são os dois passos para que isso seja concretizado”.

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Série B

Gabriel Lima também falou sobre um projeto para maior injeção de recursos nos clubes de Segunda Divisão em 2027. Ele já foi apresentado para as 18 agremiações que integram o bloco e que disputam o torneio em 2026.

“A Série B é muito importante para a gente, é um produto que a gente quer trabalhar cada vez melhor a partir do ano que vem. Vamos ter uma divisão de receitas de direito de TV em 85/15. Então, 85% das receitas vão para série A, 15% para série B. Com isso, a gente acredita que vai melhorar muito a injeção de recursos nos clubes da série B”, afirmou.

“Eles vão poder ser mais competitivos, vão poder eh se estruturar melhor e vão poder fazer melhores contratações e pagar suas contas em dia”, também disse. “A gente aposta muito nesse modelo do 85%/15% que, diga-se, de passagem, no mundo inteiro não existe um modelo que seja assim. Normalmente é 90%/10%, às vezes até menos do que isso”, concluiu.

Clubes da FFU

Série A

Athletico-PR, Botafogo, Chapecoense, Corinthians, Coritiba, Cruzeiro, Fluminense, Internacional, Mirassol e Vasco da Gama

Série B

América, Athletic, Atlético-GO, Avaí, Botafogo-SP, Ceará, CRB, Criciúma, Cuiabá, Fortaleza, Goiás, Juventude, Londrina, Novorizontino, Operário-PR, Ponte Preta, Sport e Vila Nova

Série C

Amazonas, Figueirense e Ituano

Série D

CSA e Tombense

Alecsander Heinrick é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela PUC Minas e tem experiências em agências de comunicação e redação. Teve passagens por Esporte News Mundo, EstrelaBet, Jornal Hoje em Dia, Trivela e Jornal O Tempo. Apaixonado por todos os tipos de esportes, em especial futebol, futebol americano e basquete, além de séries e filmes.
Matheus Muratori é jornalista multimídia com experiência em muitas editorias, mas ama a área esportiva. Faz cobertura de futebol, basquete, vôlei, esportes americanos, olímpicos e e-sports. Tem experiência em jornal impresso, portais de notícias, blogs, redes sociais, vídeos e podcasts.

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