No ano passado, o Tricolor também caiu para o rival, o
“Vamos analisando durante a semana essa questão dos pênaltis. O perfil de jogadores que temos dentro do elenco. Quando você escolhe um, se pergunta por que não o outro, são coisas normais, as decisões são decisões. Estão fechadas as pressões nas pênaltis e acho que fizemos tudo o que tínhamos para poder competir ao máximo. Não alcançamos. Se há algo pendente, é um tema de poder ganhar as definições por pênaltis. Vem uma Copa Brasil, uma Libertadores e que atualmente esse tipo de torneio é provável que também haja definições por pênaltis. Então, de tudo o bom que o time tem, se há algo que podemos melhorar ainda entre algumas coisas, é poder ficarmos melhores nesse tipo de definição”, comentou o técnico.
No duelo da semifinal contra o Vasco, o Fluminense quase ficou fora da decisão porque Renê perdeu um pênalti no tempo normal. O treinador garantiu que também está analisando opções de batedores.
“Vamos encontrar um batedor. É verdade que às vezes, se está Paulo (Ganso) em campo ou está Savarino podem ser os jogadores que executem pênaltis. Lucho Acosta pode ser outra opção. Mas, seguramente, vamos encontrar”, resumiu.
Clássico equilibrado
Em relação ao jogo, o argentino afirmou que a partida foi dentro do esperado e projetado, principalmente por ser um clássico, Além disso, Zubeldía disse que a pressão é maior ainda por ser uma final.
“São finais. Os dois equipes têm jogadores rápidos, extremos rápidos, jogadores que podem definir uma partida. Por isso são clássicos, dos melhores clássicos do mundo. É normal que seja equilibrado. É normal que os duas equipes se defendam bem, que os dois times lutem, que haja um pouco de nervosismo em determinadas situações. Além de tudo era uma final, não é só um clássico. É um clássico e uma final. Então imaginava uma partida assim”, comentou.
Com o vice-campeonato, Luís Zubeldía segue sem conquistar um título no futebol brasileiro. O próximo desafio será pela Série A do Campeonato Brasileiro. Na quinta-feira (12), às 19h (de Brasília), visita o Remo, no Mangueirão, em Belém.