A principal polêmica no mundo do futebol das últimas semanas foi a acusação de racismo cometido por Gianluca Prestianni contra Vinícius Júnior. O caso ganhou proporções globais e a falta de ações aplicáveis pela Fifa levou a entidade a criar novos protocolos para evitar possíveis casos futuros. Na Assembleia da IFAB que aconteceu neste sábado (28), as entidades aprovaram um novo decreto para a “Lei Vinícius”.
A nova medida impõe que os atletas não podem colocar a mão ou qualquer objeto, incluindo a camisa, que tape a boca enquanto falam com adversários. A princípio, a punição para tal ato será um cartão amarelo.
A nova lei leva o nome do ponta brasileiro Vinícius Júnior. Essa é uma homenagem ao atleta que travou uma guerra contra os atos racistas e aumentou a relevância de punições para tais crimes no futebol.
A Fifa planeja colocar a Lei Vinícius em vigor até a Copa do Mundo de 2026, que tem início em junho. De acordo com a entidade, essa é mais uma das medidas para impedir qualquer tipo de ato nesse sentido durante uma partida de futebol. O posicionamento da Fifa quanto ao ocorrido é claro: “Não há espaço para racistas no futebol”.