Augusto Melo, presidente do
O primeiro a depor será Mariano, no dia 14 de abril (segunda-feira). O profissional atuou como diretor administrativo na gestão de Augusto e foi afastado do cargo de forma oficial no dia 16 de janeiro. Mesmo assim, o dirigente é visto nos corredores do Parque São Jorge e em dias de jogo, como funcionário do clube.
Já Sérgio Moura, que atuou como superintendente de marketing no começo da gestão de Augusto até também ser afastado, será ouvido pela Polícia no dia 15 (terça-feira). Por fim, Augusto Melo dará seu depoimento no dia 16 (quarta-feira).
O trio foi qualificado como “investigado”, e não como testemunha, como noticiou a Gazeta Esportiva e confirmou a Rádio Itatiaia. O caso está sendo conduzido pelo delegado Tiago Fernando Correia, do DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), com o auxílio do promotor de Justiça do Gaeco (Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Juliano Carvalho Atoji.
Após quase um ano colhendo depoimentos de diferentes agentes envolvidos, a Polícia Civil entende que o caso está próximo do fim. Caso se identifique o crime, será encaminhado o indiciamento dos indivíduos ao Ministério Público. Por fim, o promotor de Justiça pode oferecer a denúncia ou arquivar o inquérito policial.
Relembre o caso VaideBet
A VaideBet, que passou a ocupar o espaço máster do uniforme do Corinthians assim que Augusto Melo assumiu a presidência, deixou de patrocinar a equipe em junho de 2024. O que motivou essa decisão da empresa foi o suposto caso envolvendo um laranja no acordo milionário entre a casa de apostas e o clube paulista.
A denúncia sobre o suposto envolvimento de um laranja no acordo entre Corinthians e VaideBet foi feita pelo jornalista Juca Kfouri, colunista do portal UOL. No texto, Kfouri apontou que a empresa Rede Social Media Design Ltda, responsável por intermediar o acordo entre a casa de apostas e o Timão, repassou parte do valor de comissão à Neoway Soluções Integradas em Serviços Ltda.
A Neoway tinha como sócia uma mulher chamada Edna Oliveira dos Santos, moradora de Peruíbe, no litoral de São Paulo. Ela afirmou desconhecer o caso, em entrevista ao UOL.