Atlético x Cruzeiro no Palmeiras? Mayke fala de ‘rivalidade’ com Marcos Rocha

Ex-lateral do clube celeste é companheiro do ex-jogador do Galo na equipe paulista

Mayke e Marcos Rocha, laterais do Palmeiras

A rivalidade entre Atlético e Cruzeiro está enraizada em jogadores que passaram por um dos clubes da capital mineira. E não foi diferente com a dupla Mayke e Marcos Rocha, jogadores do Palmeiras. Após encontros no maior clássico de Minas Gerais, os dois se tornaram companheiros no clube paulista.

Em 2017, Mayke, ex-Cruzeiro, assinou por empréstimo com o clube paulista. No ano seguinte, foi a vez de Marcos Rocha, ex-Atlético, chegar emprestado ao Palmeiras. Posteriormente, os dois foram comprados e seguem no Alviverde até hoje.

Em entrevista à TV Palmeiras, Mayke relembrou como foi a chegada do ex-rival. Ele relembrou que Marcos Rocha era quem gostada de zoar no clássico mineiro.

“Eu nunca fui um jogador polêmico, sempre fui na minha, dentro e fora de campo. Ele zoava muito. Eu vou te falar… Depois pode perguntar a ele. Ele gostava de zoar o Cruzeiro e tudo. Na hora, a gente meio que cumprimentou assim e tal (risos), tem aquela rivalidade. Depois, dá tudo certo”, disse.

Mayke também disse que houve muito respeito entre os dois atletas. “Mas isso ficou. Quando a gente começa a jogar, nós estamos no mesmo barco, não tem jeito. E desde o começo foi isso, um querendo jogar, querendo fazer sua parte ali, mas um respeitando o outro. Então, é legal”, completou.

Marcos Rocha e Mayke se enfrentaram oito vezes no clássico entre Atlético e Cruzeiro. Foram três vitórias do Galo, três empates e dois triunfos da Raposa.

Briga por posição

No início de trajetória no Palmeiras, Mayke e Rocha disputaram a vaga de titular na lateral direita. Nos últimos meses, o ex-jogador do Cruzeiro passou a ser mais utilizado como ponta. Desta forma, os dois passaram a jogar juntos sob comando de Abel Ferreira.

Mayke contou como foi a difícil disputa pela vaga na equipe. Eles falam: ‘Mas também, jogar num time daquele é fácil’. A coisa mais difícil que tem é jogar em um time bom. Porque você quer jogar e o cara que você está disputando posição quer jogar também, e os dois são bons. Disputar posição com um cara meia boca é tranquilo, mas disputar posição com um cara que é bom é foda, é difícil”, concluiu.

Túlio Kaizer é chefe de reportagem do portal Itatiaia Esporte e tem grande experiência no digital. Foi setorista dos três grandes clubes do futebol mineiro: América, Atlético e Cruzeiro. Cobre também basquete, vôlei, esportes americanos, esportes olímpicos e e-sports.

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