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Lucas Paquetá tem depoimento em caso de aposta adiado a pedido do West Ham

Solicitação foi feita para que fosse possível entender os motivos que fizeram a entidade pedir que Paquetá falasse sobre o caso

Lucas Paquetá teve seu depoimento no caso de apostas adiado em até três semanas. Nesta segunda-feira, 21, o jornal britânico Daily Mail informou que a Associação de Futebol da Inglaterra (FA, na sigla em inglês) aceitou o pedido do West Ham para que o esclarecimento do meia brasileiro fosse postergado.

De acordo com a publicação, a solicitação foi feita para que fosse possível entender os motivos que fizeram a entidade pedir que Paquetá falasse sobre o caso. A informação foi confirmada pela reportagem do Estadão com o estafe do atleta.

Em um primeiro momento, Lucas Paquetá se disponibilizou para dar qualquer tipo de esclarecimento sobre o ocorrido para as autoridades em uma entrevista. Posteriormente, a FA enviou um comunicado para o West Ham solicitando um depoimento, sem dar maiores detalhes no embasamento do pedido. Por causa disso, o clube optou por solicitar o adiamento em até três semanas deixando claro que deseja saber os motivos deste depoimento com antecedência.

Lucas Paquetá está sendo investigado por uma aposta feita por uma pessoa próxima em uma partida em que o meia esteve em campo. A Inglaterra fiscaliza com rigor o setor de apostas. No país europeu, jogadores e pessoas do entorno não podem apostar. Recentemente, o atacante Ivan Toney, do Brentford, foi suspenso por oito meses de todas as atividades relacionadas ao futebol por violar regras de apostas esportivas no país.

O envolvimento do meia no caso de aposta o retirou da convocação de Fernando Diniz, realizada na última semana. O West Ham e a CBF esperam pelo desenrolar da investigação para tomar uma posição. Além disso, a negociação que levaria Paquetá para o Manchester City foi finalizada com a desistência do time de Pep Guardiola.

“Paquetá estava na lista. É um jogador que eu gosto muito. É uma questão de preservação, deixá-lo ele resolver essas questões, que excedem o jogo. Deixá-lo mais à vontade para resolver era o mais adequado a fazer”, argumentou o treinador da seleção brasileira.

*Com Agência

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