Prestes a ser privatizada, Copasa entra em ‘período de silêncio’
O período inicia 60 dias antes do registro de uma oferta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que indica que a data da venda da estatal está próxima

Próximo de ser privatizada pelo governo de Romeu Zema (Novo), a Copasa entrou em “período de silêncio”, momento quando a companhia não pode se manifestar ou conceder entrevistas sobre “quaisquer temas que possam influenciar a análise de investidores ou afetar a paridade de informações no mercado”.
“Tal medida atende às normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários. Dessa forma, a Copasa está impedida de se manifestar ou conceder entrevistas sobre quaisquer temas que possam influenciar a análise de investidores ou afetar a paridade de informações no mercado”, explica nota.
Apesar disso, a companhia de saneamento informou, nesta quinta-feira (12), aos acionistas que o Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos referentes ao primeiro trimestre de 2026.
"A aprovação observa a Política de Dividendos vigente e a decisão do Conselho de Administração que definiu, em reunião de 11 de dezembro de 2025, a distribuição anual de 50% do Lucro Líquido ajustado para o exercício de 2026, conforme divulgado no Fato Relevante daquela data”, destacou notícia ao mercado.
Jornalista pela UFMG, Lucas Negrisoli é editor de política. Tem experiência em coberturas de política, economia, tecnologia e trends. Tem passagens como repórter pelo jornal O Tempo e como editor pelo portal BHAZ. Foi agraciado com o prêmio CDL/BH em 2024.



