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Conselho de Ética adia oitiva de testemunhas em processo que pode cassar Chiquinho Brazão

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados decidiu adiar a reunião, inicialmente marcada para terça-feira (25), para ouvir três testemunhas no processo que pede a cassação do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) por quebra de decoro parlamentar

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados decidiu nesta segunda-feira (24) adiar a oitiva de três testemunhas no processo que pode levar a cassação do mandato de Chiquinho Brazão, que está preso, desde março deste ano, em uma penitenciária federal de segurança máxima, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (Psol) e do motorista parlamentar Anderson Gomes.

Na audiência, a relatora do processo, deputada Jack Rocha (PT-ES), iria ouvir o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, a Sub-procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, além do deputado federal Tarcísio Motta (Psol-RJ). A nova data da oitiva ainda não foi divulgada.

O ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro delegado Rivaldo Barbosa também foram presos pela Polícia Federal (PF), por suposta participação nos assassinatos de Marielle e Anderson Gomes, que ocorreu em março de 2018, na região central do Rio de Janeiro. Na época, Chiquinho Brazão também era vereador.

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O partido União Brasil acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a perda do mandato do deputado federal Chiquinho Brazão (Sem partido-RJ), que foi expulso do partido, em março deste ano.


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Repórter da Itatiaia desde 2018. Foi correspondente no Rio de Janeiro por dois anos, e está em Brasília, na cobertura dos Três Poderes, desde setembro de 2020. É formado em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), com pós-graduação em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.
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