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Saiba políticos de Minas que estarão em ato Bolsonaro na Paulista neste domingo (25)

Nomes como o governador Romeu Zema e o senador Cleitinho Azevedo confirmaram presença em atividade na capital paulista

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contará com o apoio de aliados de Minas Gerais no ato público que fará neste domingo (25), em São Paulo (SP). Nomes como o governador Romeu Zema (Novo) e o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) já confirmaram presença. Zema apoiou Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial de 2022, enquanto Cleitinho caminhou ao lado do capitão reformado desde o primeiro turno.

Além do governador mineiro e do senador, parlamentares eleitos pelo estado também estarão na Avenida Paulista. É o caso, por exemplo, do deputado estadual Bruno Engler e do deputado federal Nikolas Ferreira — ambos do PL. Engler, aliás, deve disputar a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) com o apoio do ex-presidente.

Presidente do PL em Minas, o deputado federal Domingos Sávio será outro a viajar a São Paulo, bem como o deputado estadual Cristiano Caporezzo, outro representante da bancada liberal na Assembleia Legislativa.

Durante a semana passada, Engler, Cleitinho e Nikolas gravaram vídeo ao lado de Bolsonaro. As imagens foram divulgadas como uma peça de propaganda da manifestação.

“(Será) uma manifestação pacífica para a gente retornar às ruas da melhor maneira possível”, diz Nikolas, na gravação, enquanto Engler afirma que o movimento foi convocado “em defesa de nossa democracia”.

Confirmação na ‘reta final’

A confirmação de Zema sobre a participação no evento bolsonarista veio nesse sábado (23). Durante a semana passada, o governador não cravou presença na atividade e disse que sua agenda de compromissos para este domingo ainda não havia sido fechada.

Nos bastidores, interlocutores ligados ao governo de Minas já previam que a definição ficaria para as últimas horas antes da atividade.

Aliados de Bolsonaro devem posicionar trios elétricos na Avenida Paulista. Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, deve fazer uma oração antes dos discursos.

O ato foi organizado a reboque de uma operação da Polícia Federal (PF) que investiga o planejamento de um golpe de Estado após as eleições de 2022. Ele chegou a ir à PF para prestar depoimento nessa quinta-feira (22), mas optou por ficar em silêncio. Segundo seus advogados, trata-se de uma estratégia de defesa.

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Graduado em Jornalismo, é repórter de Política na Itatiaia. Antes, foi repórter especial do Estado de Minas e participante do podcast de Política do Portal Uai. Tem passagem, também, pelo Superesportes.
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